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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Nightmare High (ou Nightmare Teacher)

   Boa noite, queridos amigos, colegas e leitores! Como vem passado? Eu estou cansada, mas fazer o que, né? A minha indicação de hoje é um pouco diferente das que eu costumo passar. Primeiro porque se trata de um Kdrama (ou dorama), ou seja, uma série sul coreana. E segundo porque é de "terror"... Entre aspas porque não dá medo mesmo. Mas achei interessante e decidi passar para vocês.


   Nightmare Teacher (ou High), cujo nome original é 악몽선생, é uma pequena série sul coreana, com apenas 12 episódios e transmitida no mês Março desse ano (2016). Ela foi dirigida por Hyung Moon-Sub e escrita pelo mesmo junto de Jun Yoo Suk.

   A história, comparada a outros kdrama que já assisti, sai um pouco da linha tradicional do romance. Se está esperando assistir algo repleto de sangue e violência, com direito a chamar o Tarantino pra assistir junto enquanto tomam um vinho, esse não é o filme pra você, depois indico um que pode ser perfeito pra ocasião.



   Mas o que vocês achariam se, do nada, o professor de vocês precisar ser afastado e ser substituído por alguém um tanto quanto peculiar? E o mais esquisito da situação é que, de repente, sua sala de aula começa a ter mais e mais cadeiras vazias, cada uma com sua particularidade, como recados, nomes, carimbos... Mas você não lembra se alguém costumava se sentar ali, ou sequer os nomes dessas pessoas e, aparentemente, ninguém mais se recorda. A única pista relevante que ficou pra trás foi "não vão para a sala de conselho", onde o professor substituto conversava com seus alunos.

   Ao entrar nessa sala (parece nada a ver, mas lá a forma de ensino é bem diferente da nossa), você terá um pouco do que você mais quer e de graça... Notas boas, ser mais bonita, ter amigos... Um pouquinho de nada do seu maior desejo no momento, mas não o suficiente para te satisfazer. Porém, para conseguir mais, você estaria disposto a assinar um contrato? E você tem total confiança de que pode gerenciar perfeitamente o seu sonho? Afinal, você não poderá voltar atrás.



   Bom, a presidente da turma passa a desconfiar da situação e inicia sua "investigação", apesar de os outros alunos simplesmente ignorarem tudo. Ela que sempre aparentava ser perfeita, com as melhores notas da turma e sempre demonstrando responsabilidade, poderia descobrir o que acontecera com seus colegas e ainda descobrir o que seus "pesadelos" significam?

   Claro que, pra quem nunca assistiu nem mesmo Old Boy, vai ficar um pouco surpreso em como eles falam meio que gritando, os gestos exagerados e afins, mas são particularidades da cultura deles, por isso muitos consideram que coreanos "atuam mal". Quero que larguem um pouco desse preconceito e tentem dar uma chance pra essa história. Os episódios são curtos e considero bem interessante.



   Enfim, agradeço por lerem e apoiarem. Não se esqueçam de deixar um comentário dizendo se já assistiu e a opinião de vocês. Também ficaria muito contente caso queira que eu assista alguma série ou filme e escreva minha opinião para vocês. Obrigada pela atenção!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

3 filmes para você não perder seu tempo (e dinheiro)!


“Orá garerinha”, tudo bem? Hoje o ninhodecorvo trás um posts diferente. Pretendo listar pra vocês alguns filmes que assisti recentemente e que foram um desperdício dos meus dias. Não vai haver informação técnica para que a leitura não fique cansativa, por isso estejam avisados.



Angrybirds (2016)– o primeiro de nossa lista. O filme não é de todo ruim, é uma animação boba e relativamente tranquila, baseada em um jogo quase sem história de fundo. A questão é, temos aqui um filme infantil, sem nenhum conteúdo descente, nenhuma lição importante e nenhum personagem realmente marcante. É um filme banal e realmente bobo. Tem um enredo inocente que pode até agradar as crianças mais novas, mas não vale o ingresso, compensa esperar chegar à sessão da tarde, que é onde o filme pertence.



As Tartarugas Ninja 2 (2016)– Esse é mais um título hollywoodiano empurrado em nossas gargantas pelo famigerado diretor Michael Bay. O filme é bastante simplificado e busca trazer mais elementos dos desenhos que tanto marcaram os anos 80 e 90. É bem verdade que o diretor se conteve em seus clássicos exageros, principalmente no que se refere às explosões, mas nem isso foi capaz de salvar o filme. Roteiro fraco e história extremamente corrida fazem do filme simplório e um tanto ridículo, ainda falta muito da caracterização dos personagens, por isso, mesmo com a introdução de nomes conhecidos (), ainda sentimos uma distância do que a infância trazia. Já faz um tempo que as produções de Michael Bay não valem o ingresso, mas mesmo assim, muitos (assim como eu), cometem o erro de correr à telona todo lançamento (já posso adiantar que no próximo Transformers, lá estarei).



As caça-fantasmas (2016)– Ao mesmo tempo, qualitativamente o pior e o melhor da lista. Confuso? Vou explicar. Comédia fraca, abertura digna de filmes medíocres dos anos 80-90, e personagens rasos, vazios e ridicularizados compõe o filme. O roteiro não é tão ruim, mas foi muito mal executado, cheio de clichês absurdos. Algumas das piadas até foram bem encaixadas, como por exemplo, a referência ao Thor (Marvel CU – devido ao papel do ator Chris Hemsworth – personagem mais ridicularizado e forçado do filme, totalmente dispensável), mas a maioria ficou absurda, tentando forçar climas cômicos, chegando até mesmo a produzir erros de continuidade (uma lata de batatas que surge do nada e desaparece sem deixar rastros entre as cenas, por exemplo). Confesso que já assisti o filme com preconceito. Uma série de críticas se estabeleceu em torno do título por que ele foi vendido como “women friendly”, e como se todos aqueles que não gostassem do filme fossem misóginos, e é ai que está o problema. Essa publicidade foi utilizada para vender um filme mal escrito e mal executado, com efeitos especiais relativamente ultrapassados e um contexto mais pastelão que os filmes do Didi (pelo menos esses são sinceros quanto ao tipo de conteúdo). Para minha pessoa, esse foi um claro ato de má fé dos roteiristas e produtores, que nos trouxeram um filme medíocre, pouquíssimo defensor das mulheres e com pitadas de misandria e estereótipos.



Bom, galera, o objetivo aqui não é ditar regra, lembrem-se que cinema é entretenimento, por isso, o mais importante é a diversão. Normalmente eu recomendo que as pessoas assistam os títulos para terem a própria opinião. No caso que os trago, eu recomendo que utilizem a opção de menor custo, como Netflix (ou afins) ou programação da televisão mesmo. Espere que o post tenha ajudados vocês. Deixem sua opinião, deixem outras indicações, ou apenas um comentário.
Muito obrigado,

Corvo Gordo

domingo, 7 de agosto de 2016

Raven e seus causos #4: o psicopata paquistanês que queria se casar

   Sinceramente, dessa vez eu não sei se começo a publicação rindo, chorando, ou explicando para as crianças não aceitarem ir para países estrangeiros, para não se tornarem escravas sexuais... Em todo caso, vale reforçar que eu não sei como o indivíduo conseguiu meu número e eu já tinha bloqueado ele antes, mas ele sempre volta com um número diferente.

   Dito isso, tentei convencê-lo a parar de me encher o saco. Mas, aparentemente, ele só entendia o que bem queria na conversa, muitas vezes ignorando o que eu já disse um milhão de vezes... Foi uma madrugada um tanto quanto cansativa para mim...

    Mas pra alguma coisa ele serviu: mostrar pra vocês aqui do blog o tipo de gente que me pede em casamento.

   ANTES DE LEREM: mi digurpe o inglês ferrado.

Começamos bem.

O que eu entendi de Visa: cartão de crédito. Se for outra coisa, me perdoem.

Era pra estar escrito "você disseque iria me matar". Enfim, algo meio pesado.

Temos definições diferentes para "amizade".

Além de não saber escrever direito, ele não sabe ler direito, então tira suas próprias conclusões, mas não sei como ele entendeu que eu iria encontrar uma garota pra ele e ainda quis exigir a idade.



E, novamente, ele ignora completamente o que eu já havia falado e quer que eu arranje uma amiga pra ele. "Miga, tem um cara querendo te conhecer, é até estrangeiro, mas não se incomode caso se torne escrava sexual no Paquistão".

Eis que surge a grande proposta irrecusável de me casar com um cara que nem sabe se no Brasil as mulheres trabalham, sendo que tivemos uma presidente mulher.

Ele não entendeu que o "não" era para a proposta e, como ele continuaria fingindo que não leu, passei a ignorar de novo.
   E assim termina o meu causo com um paquistanês que, além de ameaçar me matar, me pede em casamento e ignora qualquer coisa que eu diga. O que acharam? 

LEMBREM-SE CRIANÇAS: não aceitem se casar com caras estranhos de países perigosos.

sábado, 6 de agosto de 2016

Raven e seus causos #3: Assediada por um senhor de 60 anos

   Aloha, queridos amigos e leitores. Estou de volta e desisti de falar dos motivos que me fazem sumir, não farei mais promessas que não posso cumprir também. Como muitos sabem, já que o corvo mencionou no último post, estou jogando Pokémon GO e esse post é mais ou menos relacionado a isso. Não vou começar com minhas usuais piadinhas sem graça ou risadas extravagantes, porque o que tenho que falar não é lá muito divertido.

Foto meramente ilustrativa, não se trata desse senhor especificamente.
   Esse causo inicia-se comigo passeando em um praça da cidade onde estudo. Já que era uma tarde ensolarada de 30 graus, encontrava-me de regata e short jeans. Decidi estar simples, porque tinha em minha posse um ovo de 5 km e isso requer caminhar pra caraio.

   Enquanto capturava um Rattata no conforto da sombra de uma das árvores, um senhor de idade se aproximou de mim, falando pra eu tomar cuidado, pois a árvore estava carregada de frutas que pareciam mais com cocos (mas não sei de qual fruta se tratava) e que, há alguns dias, uma delas tinha caído na cabeça de outra mulher. Infelizmente, sempre respondo pessoas de idade com um grande sorriso no rosto e, talvez, esse tenha sido meu pecado.

   Ele começou elogiando minha boa educação, que era difícil encontrar jovens que escutem os idosos e etc. Contou que estava viúvo e chorava muitas vezes por sentir falta da companhia e beleza de sua falecida esposa. Fez-se de coitado para que eu sentisse dó e fizesse companhia. Por eu ser uma idiota de coração mole, me senti triste por ele e, ao invés de continuar andando, emprestei meus ouvidos.

   Esse senhor, ao perceber minha receptividade, aproveitou-se para prolongar a conversa, puxando outros assuntos, em sua maioria, fofocas. Porém, a prosa começou a ficar mais densa e mais difícil de ser tolerada. Por exemplo, a história de seu vizinho "loirinho" casado com uma "loirinha orgulhosa" que o traiu com um "negão", como insistia em dizer. "Sou católico, não acredito nessas coisas, mas parece até que ele tinha feito um feitiço nela, é difícil de acreditar", lembrando que seu posicionamento era de incredulidade. Quando ele se mostrou racista, meu sorriso passou a ter um aspecto mais torto, como quando nos forçamos a sorrir ao estarmos onde não gostaríamos.

Praça da cidade onde estudo.
   Ele foi me contar do filho que traiu a esposa "que parece uma princesa" por uma "pioienta" de 21 anos, baixinha, gordinha e feia. "As garotas de hoje em dia são muito fáceis", afinal, ela que era solteira tinha mais culpa que o rapaz que era casado. O tempo e o espaço ficaram confusos pra mim, parecia que ele não ia parar de falar nunca e a sensação era de que ele estava cada vez mais perto de mim.

   Ele contou sobre uma vizinha, que seria minha chará, "uma garota belíssima, branquinha, mas você não vai acreditar! Ela é gay!", ele contou abismado. Eu apenas comecei a encarar o vazio.

   Não sei se o meu desconforto era muito óbvio, mas outro senhorzinho passou a circular perto da gente e a encarar o meu assediador. Eu só queria sair de perto dele, tudo que ele fazia já estava me irritando, até mesmo sua mania de tirar o chapéu, creio que o santo não bateu.

   Ele passou a falar de suas ex namoradas. Mas, pera, ele não chorava pela esposa? "Se as pessoas acham que eu permaneci virgem durante esses cinco anos, não vou mentir, eu tive as minhas namoradas, eu namorei muito hahahahahaha", ele começou a passar a mão em meu braço, com frequência.

   "Ela era branquinha e tinha o cabelo escuro igual ao seu", disse passando a mão em meu cabelo. E eu já estava trêmula. 



   "Eu dava dinheiro para ela, ela nunca pediu, mas ela não quis devolver uma foto minha, lembrança de quando eu era jovem, isso quer dizer que, mesmo ela tendo 31 e eu 60, ela sentia algo por mim, certo?", segurou minha mão, que estava pousada em minha coxa, logo, a dele passou a estar lá também. Obviamente, me reposicionei. Mas, com tudo que estava acontecendo, eu não conseguia nem falar direito e, quando falava, não sabia bem o que estava dizendo.

   "Nossa que tatuagem bonita! O que é?", disse alisando minha coxa, onde se encontra a tal tatuagem, o que me causou ânsia e nojo. O ódio começou a subir enquanto eu tentava imaginar como que um gesto de educação conseguiu me meter nesse tipo de situação.

   Quando eu insisti que tinha que ir, "ah, não converse mais um pouco comigo", disse, segurando minha mão. Eu reforcei que precisava almoçar e ele ofereceu pagar algo pra eu comer e uma cervejinha, mas rebati falando que não bebo e que já tinha comida na pensão que moro. Ele queria que eu fosse visitá-lo em sua casa, ou "mansão" (como fazia parecer), insistia que eu fosse, dizia que tinha uma igreja evangélica logo em frente e apertava forte minha mão, não deixava eu me soltar. 

   Após 30 minutos nesse pesadelo que parecia não ter fim nunca, ele só me deixou ir após eu fingir que anotei o número de celular dele. Tive que fazer todo um teatro, dizendo que ia ligar sim, mas (obviamente) não o farei e jamais irei visitá-lo.

   Eu sei que eu pareço patética, também me sinto um pouco assim, um pouco humilhada por não ter tido uma reação boa o suficiente, mas apenas não sabia o que fazer. Simplesmente não consegui ser grossa ou durona com alguém de idade e não sei informar se foi mais pelo choque ou por educação com os mais velhos mesmos. Em todo caso, na minha cabeça, tudo que eu queria era empurrá-lo e sair correndo, ou mandar ele a merd*.



   Eu não havia feito mal a ninguém, nem nada de errado, apenas saí para capturar alguns Pokémons e chocar um ovo no jogo. Afinal, a culpa foi minha? O que você teria feito de diferente? Estou aberta a conselhos, críticas, ou qualquer coisa do gênero. Aguardo os comentários de vocês e desculpa o post longo.

domingo, 10 de julho de 2016

Uma nota pessoal sobre o estresse

   Boa noite, queridos amigos e leitores! Tudo bem com vocês? Não consegui cumprir minha promessa do último post, acho que vocês devem querer me bater nessa altura do campeonato, mas vou tentar recompensá-los por isso. UEHUEHEUHEUHEUHEUEHUEHU. Hoje irei abordar sobre o estresse, mas usarei minhas experiências pessoais para dar o exemplo (ou não).


   Creio que, para iniciar de forma correta, eu teria que apresentar-lhes a definição de "estresse", mas também acredito que ele se manifesta diferentemente em cada pessoa. Então, vamos dizer que o estresse é o acúmulo de sentimentos negativos que causam o desgaste emocional e físico, dando destaque para irritabilidade, desconforto e preocupação.

   No meu caso específico, além dos sintomas já citados, o estresse me causa insônia, distúrbio alimentar (perda de apetite), dores no corpo e agrava a minha depressão, ou seja, fico ainda mais frustrada com coisas pequenas, choro mais vezes por coisas sem relevância e me torno ainda mais de "porcelana".

  Lembrando que cada sintoma apareceram em situações diferentes, o que reforça que existem inúmeras causas para o estresse. Quando me mudei de cidade para iniciar a faculdade, onde não conhecia ninguém, dores musculares e de cabeça se tornaram frequentes, além de que me sentia constantemente irritada. E quando trabalhei com supervisores que era verdadeiros filhos da ****, do tipo que humilhavam os colaboradores e ninguém sabia como que foi parar naquele cargo (nos dois casos nenhum dos dois tinha curso superior), insônia, depressão, frustração, além de baixa imunidade, eram frequentes.



   Muitas vezes estamos tão imersos no estresse que nem enxergamos a solução para sairmos dessa situação que, ao meu ver, é deplorável. Tem um supervisor ruim e que, aparentemente, a direção não fará nada quanto a isso? Peça demissão! Está em uma cidade sozinha e ainda por cima cursando faculdade? Durma até um pouco mais tarde, mantenha os estudos em dia, mas tenha seu momento apenas para se divertir ou relaxar, mande mensagem para seus amigos e, principalmente, faça exercícios.

   Às vezes, o estresse vem acompanhado de preguiça e medo, mas temos que lembrar que nossa saúde, tanto física quanto emocional, TEM que estar acima disso. Os momentos ruins só são passageiros quando fazemos algo para escaparmos deles.


   Enfim, essa foi a minha experiência e o que eu aprendi, ou penso que aprendi, a respeito do estresse. Espero que eu possa ajudá-los, dar-lhes um pouco de direção, se estiverem passando por momentos turbulentos. Se gostaram, ou queiram compartilhar sua experiência comigo, não esqueçam de deixar um comentário. Também estou disponível em meu e-mail caso queiram alguém com quem conversar. Obrigada pela atenção.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Eu comprei é meu!

   Muito boa noite, queridos amigos e leitores. Tudo bom com vocês? Estou finalmente de férias (apesar de estar preparando um projeto durante minhas férias) e estou voltando com força total pro blog. Se eu negligenciar minhas tarefas, é só me darem um puxão de orelha amigo que eu volto correndo. <3


   Resolvi escrever esse post por ter sido colocada diante da hipocrisia alheia quando se trata de "embelezamento". Não é surpresa nenhuma que as pessoas fazem cirurgias plásticas e usam maquiagem para se sentirem melhores com elas mesmas, afinal, quem não quer se bonito (a), não é mesmo?

   Só existem dois problemas referentes a essa questão: quando a pessoas extrapolam os limites (e acabam se tornando um membro da família dinossauro, ou só vive de maquiagem) e as críticas a quem utiliza esses recursos (sendo de forma saudável ou não).

   Se eu dissesse que não sinto inveja de quem tem dinheiro pra fazer uma cirurgia e concertar um defeitinho aqui e ali, ou fazer uma lipo, eu estaria mentindo. Também estaria mentindo se dissesse que não gostaria de dar uma pequena esticada na pele quando ficasse mais velha e, creio, que muita gente compartilha da mesma opinião.



   Só gostaria de saber: por que xingar quem o faz? Já teve casos em que eu e uma colega vimos uma mulher do corpo perfeito chegar em uma festa e ela exclamar "vagabunda, aposto que fez plástica". E se fez? No que isso nos diria respeito? E quero deixar bem claro que não é só por plástica que alguém consegue um corpo bonito, sei que muitos não tem dinheiro pra uma cirurgia, mas que não vão na academia por preguiça.

   E vale lembrar que não estamos falando apenas de mulheres, afinal, o campo estético se estende aos homens. E, se você é mulher e reclama de homens usando maquiagem e fazendo plásticas, você é hipócrita ao quadrado.

   Acho que essa "luz" caiu sobre mim quando uma colega que tinha posto silicone estava rebatendo as críticas de outras mulheres, até que uma delas se virou para minha colega e disse "mas é silicone, o peito não é seu" e, com toda segurança do mundo, ela respondeu: "eu paguei, é meu!".


   Enfim, essa é a minha opinião, sejam do jeito que lhes façam feliz, sendo com muita maquiagem, pouca maquiagem, colocando piercing ou não, usando lentes ou não, gostando de perucas ou não, ok? Apenas se vistam, se arrumem da forma que vocês gostam.

   Espero que tenham apreciado o post. Se já passaram por algo semelhante, ou querem expôr as opiniões de vocês, por favor, deixem um comentário, ficaria feliz de discutir o assunto e receber mais informações. Obrigada pela atenção.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

OhShit! #3: Samurai Champloo (+16)

   Aloha, queridos amigos e leitores. Não vou dar mais desculpas das minhas sumidas, porque vocês já devem estar enjoados de todas as vezes que falei de período de provas. HAHAHAHAHAHAHA. Então vou poupá-los de minha miséria e passar a deixar  posts prontos, espero conseguir ser bastante produtiva nessas férias. Comecem a me cobrar mais.


  Essa obra, ao contrários das anteriores, surgiu primeiramente como anime, em Maio de 2004, para só depois ter sua versão em mangá, Agosto de 2004. Foi dirigida por Shinichiro Watanabe, o mesmo diretor de Cowboy Bebop. 

   Eu comecei a assisti-lo pela programação do Toonami, no Cartoon Network quando era mais nova, apesar de quê não é recomendado para crianças, já que o anime possui sexo, bebidas, prostituição, apostas, entre outras coisas que, de preferência, crianças não deveriam ver.

   A história começa quando dois jovens samurais de 20 anos, com prioridades completamente opostas, o que é explícito só pela forma que se vestem e agem, perdem uma aposta para uma garota de 15 anos, enquanto brigavam. Por perderem essa aposta, tiveram que prometer à ela que iriam ajudá-la a encontrar o samurai que cheira a girassóis.


   Para que possam encontrar o samurai com cheiro de girassóis precisam atravessar o Japão durante a Era Tokugawa (tive que pesquisar), uma ditadura feudal, onde eram governados pelos xoguns da família Tokugawa, de 1603 até 1868. Também conhecido como período Edo, já que a cidade de Edo (atual Tóquio) era a capital do xogunato. Ou seja, um período muito hostil, já que se passava exatamente na decadência dos samurais.

   Não há muito o que eu possa comentar sobre o anime sem que solte um spoiler, mas já informo que vale muito a pena, possui cenas de luta bastante legais e movimentadas, a história é bastante comovente de várias formas, representa bem os laços de amizades e representa muito o quanto somos babacas com nossos amigos no dia-a-dia também. 

   Só tenho um recado importante pra dar: NÃO SE TRATA DE UMA HISTÓRIA DE AMOR. Possui paixões passageiras, ilusões, desejo sexual, mas NUNCA uma história de amor, ok? Então, se estão vindo aqui porque acham que vai rolar casório no final, nem prolonguem esse sofrimento.


   Enfim, essa foi minha indicação de hoje, espero que vocês gostem. Se já assistiram, ou pretendem assistir, comentem a opinião de vocês, porque ajuda muito a saber se tô trabalhando direitinho aqui. HAHAHAHAHAHAHA. Deem uma chance pra esse anime sensacional, ok? Obrigada pela atenção.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Indicação: Warcraft (filme)

Olá “garerinha”! Tudo bom? Corvo Gordo de volta, de novo. Hoje vou falar de uma fórmula 1 outro filme. Afinal, filme é o que eu mais indico aqui, né.
Mas vou logo avisando, cheguei atrasado ao cinema e fui obrigado a pegar uma sessão dublada, por isso minhas palavras ficarão um pouco prejudicadas.



"Warcraft: O primeiro encontro de dois mundos" (que subtítulo ruim hein) é um filme baseado na série de jogos de "Warcraft", e foi anunciado logo em 2006, criando uma certa hype na comunidade pc  gamer, mas o filme só foi finalmente lançado em 24 de maio de 2016 (2 de junho no Brasil). Sinceramente, pelo que pude observar, esse não é um título que fará muito sucesso no Brasil. No dia de meia entrada para todos, as salas estavam vazias. Pelo que me parece, muito pouco foi investido em marketing para esse título dentro do território nacional.
Mas vamos falar do filme em si. Começar pelo lado ruim. Dublagem péssima, principalmente para os Orcs. Mas ignorando essa parte, o filme corre, corre muito no início e deixa a gente meio perdido.
Não posso comparar muito com o game, pois não sou um grande fã da série, mas como filme de ação e fantasia, Warcraft deixa muito a desejar na orientação do início do filme, que fica um pouco mal contado.
Mais adiante, a história entra nos eixos, aparentemente.
Temos aqui um exemplo de alta qualidade em imagem computadorizada, um filme cheio de ótimos efeitos visuais, dignos de um título da Blizzard. E os ambientes? Maravilhosos, cheios de cores vivas, muito azul, muito verde, com efeitos fortes e boa iluminação.
A trilha sonora é boa, mas não tem tanto destaque.
Temos um enredo relativamente bom, para filmes de ação, mas como disse, estou isento de comparação. Há alguns clichês muito fortes presentes, como um certo romance muito banal e mal explicado que “brota” sem muita razão.
Por fim, deixo minhas críticas, com a ressalva de que é um filme bastante divertido, e que vale bem o ingresso da semana. Espero que possam aproveitá-lo como eu pude, só não façam muitas expectativas.


Agradeço pela paciência no último mês de postagens picadas, agradeço também aqueles que entram diariamente aqui em busca de algum conteúdo novo, e peço desculpas pela falta da postagem do AnimeSeason  de Rio Preto, mas perdemos nossas fotos do evento.

Muito obrigado, até a próxima.

sábado, 4 de junho de 2016

Tamen de Gushi - Qual o limite do amor? (+14)

   Boa noite, queridos amigos e leitores do blog! Tudo bem com vocês? Comigo tá ótimo, apesar da gripe e do período de provas. UHUEHEUHEUHEUEHUEHUEH. Enfim, já inicio avisando que o assunto de hoje envolve homossexualidade, então, se você possui algum tipo de preconceito relacionado a opção sexual: 1) não leia o post; 2) mude-se de planeta. Vamos ao post!


   Tamen de Gushi é um manhwa chinês, escrito e ilustrado por Tan Jiu, foi lançado em 2014, mas ainda não foi terminado. Até o momento em que estou escrevendo, possui 100 capítulos, todos sendo capítulos curtos. Há especulações de que o manhwa começou como apenas fanarts, mas por causa do bom retorno, a autora decidiu criar uma história.

   O enredo gira em torno de duas garotas de escolas diferentes, Sun Jing (morena) e Qiu Tong (loira). Sun Jing sempre observava Qiu Tong quando saíam da escola e notou que havia se apaixonado por outra menina, chegando até a pedir conselhos para seu amigo que tinha facilidade com mulheres, mas havia um problema: quando um garoto passa muito tempo com uma garota, fica fácil notar que ele tem algum interesse nela, mas quando duas garotas passam bastantes tempo juntas, acabam se tornando mais amigas.



   Sun Jing junta toda sua coragem para começar a falar com a Qiu Tong e se tornam próximas, mas passa por dificuldade em como expressar suas reais intenções. Não que Sun não gostasse de passar o tempo com ela, mas não era só isso que queria.

   Por outro lado, Qiu Tong parece que tem certa dificuldades em fazer amizades, então valoriza muito a companhia de Sun, além de ter uma parte de sua história que não é contada, mas que aparentemente é uma barreira para que inicie um relacionamento.

   Sun Jing sabe sobre seus sentimentos, apesar de serem mal interpretados, o coloca em todas as suas ações, enquanto Qiu Tong não sabe ao certo o que sente. O mais importante é: em nenhum momento elas acharam que os próprios sentimentos eram errados e não se limitaram.

   Em resumo, apesar de capítulos curtos, a história é recheada com pequenos momentos de comédia, além de possuir outros dilemas sobre homossexualidade, não apenas entre meninas, e também possui o posicionamento de heteros a respeito, os que apoiam e os que não sabem ao certo como reagir. Ao meu ver, em certos pontos é bastante educativo quanto a sexualidade. O manhwa também possui traços delicados e pinturas com efeito aquarela que parecem suavizar a história.


   Enfim, espero que tenham gostado da indicação do dia, não esqueçam de deixar um comentário sobre o que acharam do post ou dizendo sobre o quê querem que eu fale no próximo. Estou pensando em escrever minha opinião sobre sexualidade da próxima vez, que tal? Ficarei esperando a resposta de vocês. Obrigada pela atenção.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Indicação -> X-men: Apocalypse

Olá “garerinha”! Tudo bom? Corvo Gordo de volta, tentando botar nossas postagens em dia aqui, mas está difícil.
Primeiramente peço desculpas pela qualidade do meu último post, ficou bem ruim e o anime merecia uma análise melhor. Mas agora voltemos aos filmes.
Hoje vou falar do mais novo filme dos X-men, o tal do “apocalipse”, adoro pronunciar o nome desse personagem (En Sabah Nur).

Apocalypse e seus 4 cavaleiros
X-men: Apocalypse é um filme de 2h e 27 min, lançado no dia 19 de maio de 2016, retratando um universo “inspirado” nos quadrinhos, em um dos arcos mais populares desses personagens.
O filme reapresenta alguns heróis que já vimos anteriormente, com algumas mudanças decorrentes do filme anterior (“Dias de um futuro esquecido”) e algumas fortes incoerências de enredo se ligarmos com os títulos da primeira trilogia.
Vou começar pelos pontos negativos. Noturno aparece, mas não é isso que me incomoda: Em “Primeira classe”, o universo cinematográfico nos apresentou a sua versão de Azazel, o teleportador vermelho, e também a nova versão da Mística (Jennifer Lawrence), mas agora, quando fomos reapresentados ao filho dos dois (sim, Noturno é filho de Azazel e Raven), não há o mínimo indício dessa relação. Há uma apatia total entre os personagens que aparecem, como se a possibilidade não fosse nem remota (Pelo menos em X-men 2 havia uma tensãozinha mínima).
Outra coisa que me irritou foi a questão de transformar a mística em heroína. Desde sempre os filmes dos X-men são um desrespeito ao universo dos quadrinhos (vide Deadpool em “Wolverine: Origens”), mas estão aproveitando da fama da atriz para vender e tornar adorável uma vilã que os fãs amavam odiar.
Outra falha, que é bastante compreensível, é a falta de demonstração de poderes do vilão principal.
Mas agora é hora de saber o porquê de esse filme valer a pena.
Efeitos sonoros são geralmente muito bons em filmes de heróis de quadrinhos, então pulemos para o próximo item.
O filme é bastante colorido até a metade, com efeitos especiais muito bons, dignos do cinema atual, (o que não aconteceu em alguns títulos anteriores) o que demonstra um maior comprometimento com a série, a partir de agora.
O enredo é relativamente bem desenvolvido, e libera espaço para vários “plots” do quadrinho, diversificando as possibilidades das sequências (que certamente virão).
Poderes magníficos são demonstrados durante a segunda metade. En Sabah Nur, fica restrito, mas é demonstrado a grandiosidade de personagens como Psylocke, Tempestade e Mercúrio, que se mostra absurdamente mais rápido no filme que nos quadrinhos.
Atentamos para o que aparece de Magneto e Jean Grey, que demonstraram uma extensão absurda de suas capacidades, abrindo muito espaço para o cinema. Podemos ter agora mais um arco da Fenix, ou quem sabe “Dinastia M”.
O filme não é nenhum grande exemplo de enredo super trabalhado e complexo, mas é muito bem desenvolvido, e bastante agitado, com ampla destruição do cenário visto e cenas épicas e agitadas, é bastante animador e muito melhor do que eu esperava.

Só poster épico
Recomendo muito que não percam esse título, que pode ser o melhor e mais divertido título dos X-men, que deixou uma expectativa positiva do que vem pela frente, ainda mais com o filme solo do Gambit vindo por ai. Aproveitem essa indicação, pode valer bem o ingresso do cinema.
Por fim, peço desculpas pelos atrasos e novamente por meu último post, em breve normalizaremos nossas postagens. Agradeço pela paciência e pela sua presença.

Muito obrigado, e até mais.

domingo, 29 de maio de 2016

O que você viu de bom em você mesmo hoje?

   Boa madrugada, queridos leitores! Desculpem a ausência, mas estou no começo do período de trabalhos semestrais, acontece. Antes de começar o post, alguns avisos: hoje estarei em um evento anime aqui na minha cidade, chamado Anime Season e tentarei tirar o máximo de foto possível para apresentar pra vocês, também tentarei voltar a postar com mais frequência.


   Primeiramente, quero dizer que decidi postar minha opinião a respeito devido a extrema dificuldade que eu, como outras pessoas próximas a mim, temos em aceitar um elogio, ou dizer coisas positivas ou legais sobre nós mesmos. Creio que esse post seja para todas as pessoas inseguras e que, por muitas vezes, se sentiram inúteis ou sem qualquer qualidade, por mais pequena que fosse.

   Como uma dessas pessoas, eu dou um recado para nossos amigos mais seguros de si: a maior parte das vezes é involuntário! Quando comentamos coisas como "estou gordo (a)", "eu sou feio (a)", etc, muitas vezes não é pra ouvir um elogio, é apenas uma observação que fazemos em voz alta. E, pode ter certeza, que as "observações" que fazemos sobre nós mesmos dentro de nossas cabeças são muito mais depreciativas.



   Agora, para meus colegas de baixa autoestima, o que vocês falaram de bom para vocês mesmos hoje? O que fizeram hoje? Comeram algo que gostam? Cortaram os cabelos? Fizeram uma maratona de filmes que amam? O que fizeram POR VOCÊS hoje? Temos tanto pra reclamarmos de nós mesmo que muitas vezes deixamos de fazer coisas por nós, coisas que gostamos.

   Creio que a maior dificuldade é nos darmos conta que não há como sermos apenas fracasso, não tem como tudo em nós ser feio, é impossível que não haja algo que dê para ser aproveitado, sempre haverá algo em que nos orgulhamos em nós mesmos, ainda que seja pequeno.

   A minha intenção com esse post é que possamos aliviar um pouco da tensão externa de sermos perfeitos(a) e nos sentirmos um pouco mais orgulhosos(a) de sermos quem somos, ou mudar para melhor, para que tenhamos esse orgulho. Porque, independente de COMO você se sinta bonito (a), fique bonito para e por você.



   Enfim, eu gosto dos meus olhos, apesar de não serem claros, eles são grandes, o formato é fofo e os cílios compridos e volumosos, acho que é o que há de mais feminino em mim e fico feliz quando me perguntam se os cílios são postiços ou naturais. O que vocês mais gostam em vocês?

terça-feira, 24 de maio de 2016

Honey & Clover

   Boa tarde, queridos amigos e leitores do blog. Desculpem pelo período fora. Estou voltando a fazer indicações de animes aqui no blog, faz um tempinho que não falo sobre isso, né? Espero que gostem.


   Honey & Clover é um mangá, que foi adaptado para anime, tendo apenas duas temporadas, possui uma live action e duas séries de TV.

   A história gira em torno de cinco amigos e estudantes de uma escola de artes. Os três rapazes dividem um apartamento, em algo como um república. 

   Um dia, o professor deles resolve apresentar-lhes sua sobrinha que viera morar com ele (Hagu), ela era loira e pequena, parecia uma criança do fundamental, mas era muito mais velha do que aparentava. E dois dos rapazes (Takemoto e Morita).



   Os outros dois integrantes era uma bela jovem (Yamada) e um rapaz 4 olhos (Mayama). Yamada era apaixonada por Mayama, mas ele não podia correspondê-la por nutrir um amor por uma mulher muito mais velha com um passado triste.

   A primeira dica que dou a vocês se forem assistir esse anime: não shippe nenhum casal! Sério! É decepcionantes! Parece um anime fofo para crianças, mas é muito dramático, cheio de histórias tristes e, principalmente, nenhum de nossos casais favoritos ficam juntos no final.

   O anime em si tem um traço bastante leve e fofo, o que reforça ainda mais a imagem de um anime romântico comum, MAS NÃO CAIAM NESSA! Ninguém sabe o quanto chorei ao assistir. Os personagens tem características fortes e únicas e o anime, tanto quanto o mangá, nos ensinam coisas importantes sobre o amor, inclusive, quando desistir dele.



   Enfim, essa é minha indicação de anime da vez, espero que deem uma chance pra ele. Se gostaram, ou já assistiram, não se esqueçam de deixar os comentários de vocês, me ajudaria muito. Obrigada pela atenção.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Indicação: Seven deadly sins

Fala galera, tudo bem. Hoje estou de volta para mais uma indicação. Mas desta vez trago um anime.


Com nome original em japonês Nanatsu no Taizai, Os sete pecados capitais é um anime de 2014, que está no catálogo do Netflix desde 2015.
No enredo, os sete pecados são parte da elite de cavaleiros defensores do reino de Liones na Britânia. Com a morte do grão-mestre, os 7 cavaleiros são acusados de traírem o reinos e perseguidos como criminosos, de maneira que são obrigados a fugir.
Quando uma nova crise assola o reino, a princesa Elizabeth parte em busca dos pecados, na esperança de conseguir auxílio contra a tirania dos novos grão-mestres.
Pelo que pude observar, cada um dos 7 tem seu título relativo a um pecado cometido no passado, seja ganância, fúria ou inveja, que marcou seu caráter a partir de determinado ponto.
O anime tem uma qualidade de imagem boa, mas o enredo é bem desenvolvido, com alguns “plot twists” bem trabalhados e um conteúdo bem divertido.
7 deadly sins segue aquela velha receita de Shonen, com o protagonista “overpower”, o mascote fofo, a garota “indefesa”, os personagens comédia e os tarados.
Reza a lenda que sairá uma segunda temporada ainda neste ano de 2016, por isso fica a expectativa. Esse é um título bem válido para maratonas de fim de semana, por isso espero que aproveitem.


Agradeço pela paciência, nossos posts estão um pouco espaçados, mas estamos trabalhando para tentar melhorar o blog e iniciar um pequeno canal no youtube. Se tiver alguma sugestão, deixe ai nos comentários, ajudaria bastante. Até a próxima.

Muito obrigado.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Top 5: jogos que marcaram a minha infância!

   Boa noite, queridos amigos e leitores aqui do blog. Antes de mais nada eu quero deixar claro que estou usando como base a minha infância. Jogos que foram importantes pra Raven. Confiram agora a maravilhosa lista que preparei pra vocês!

5. Crash Bandicoot


   É um dos jogos da lista que menos joguei. Lembro-me vagamente de ficar sempre no cagaço em algumas situações em que apareciam aquelas malditas caixas de TNT e de odiar o Dr. Neo.

4. Spyro


   Esse é um jogo que eu certamente jogava apenas porque era de um dragão, já que eu era muuuuuito pequena e não entendia nada da história. Não sei se eu que não prestava atenção ou minha versão que era em inglês, mas eu adorava esse jogo, mesmo não sabendo jogar.

3. Super Mario


   Creio que, pelo menos da minha época, quase todo mundo já jogou Mario. Até porque nossas mães tinha a maldita mania de comprar o PoliStatio ao invés do PlayStation. KKKKKKKKKK. 

2. Pokémon


   Não só marcou minha infância, como também minha adolescência. Decidi pegar a imagem do Pokemon Yellow, que foi o primeiro que eu joguei na vida e, sem dúvidas, o que me influenciou mais, mesmo que na época eu era um projeto de gente ainda.

1. Harvest Moon


   E em primeiríssimo lugar está o meu lindo, maravilhoso, cheiroso e gostoso Harvest Moon!!! O primeiro que joguei foi o Back to Nature, mas jogo até hoje, tendo ainda o BtoN no video game e o Tale of Two Towns. Com certeza, um jogo ótimo para o desenvolvimento das crianças. 


   Enfim, essa foi a lista de jogos que marcaram a minha infância. Se algum de vocês já jogou ou tem alguma crítica construtiva a fazer, não esqueça de deixar um comentário. Muito obrigada pela atenção.