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domingo, 10 de julho de 2016

Uma nota pessoal sobre o estresse

   Boa noite, queridos amigos e leitores! Tudo bem com vocês? Não consegui cumprir minha promessa do último post, acho que vocês devem querer me bater nessa altura do campeonato, mas vou tentar recompensá-los por isso. UEHUEHEUHEUHEUHEUEHUEHU. Hoje irei abordar sobre o estresse, mas usarei minhas experiências pessoais para dar o exemplo (ou não).


   Creio que, para iniciar de forma correta, eu teria que apresentar-lhes a definição de "estresse", mas também acredito que ele se manifesta diferentemente em cada pessoa. Então, vamos dizer que o estresse é o acúmulo de sentimentos negativos que causam o desgaste emocional e físico, dando destaque para irritabilidade, desconforto e preocupação.

   No meu caso específico, além dos sintomas já citados, o estresse me causa insônia, distúrbio alimentar (perda de apetite), dores no corpo e agrava a minha depressão, ou seja, fico ainda mais frustrada com coisas pequenas, choro mais vezes por coisas sem relevância e me torno ainda mais de "porcelana".

  Lembrando que cada sintoma apareceram em situações diferentes, o que reforça que existem inúmeras causas para o estresse. Quando me mudei de cidade para iniciar a faculdade, onde não conhecia ninguém, dores musculares e de cabeça se tornaram frequentes, além de que me sentia constantemente irritada. E quando trabalhei com supervisores que era verdadeiros filhos da ****, do tipo que humilhavam os colaboradores e ninguém sabia como que foi parar naquele cargo (nos dois casos nenhum dos dois tinha curso superior), insônia, depressão, frustração, além de baixa imunidade, eram frequentes.



   Muitas vezes estamos tão imersos no estresse que nem enxergamos a solução para sairmos dessa situação que, ao meu ver, é deplorável. Tem um supervisor ruim e que, aparentemente, a direção não fará nada quanto a isso? Peça demissão! Está em uma cidade sozinha e ainda por cima cursando faculdade? Durma até um pouco mais tarde, mantenha os estudos em dia, mas tenha seu momento apenas para se divertir ou relaxar, mande mensagem para seus amigos e, principalmente, faça exercícios.

   Às vezes, o estresse vem acompanhado de preguiça e medo, mas temos que lembrar que nossa saúde, tanto física quanto emocional, TEM que estar acima disso. Os momentos ruins só são passageiros quando fazemos algo para escaparmos deles.


   Enfim, essa foi a minha experiência e o que eu aprendi, ou penso que aprendi, a respeito do estresse. Espero que eu possa ajudá-los, dar-lhes um pouco de direção, se estiverem passando por momentos turbulentos. Se gostaram, ou queiram compartilhar sua experiência comigo, não esqueçam de deixar um comentário. Também estou disponível em meu e-mail caso queiram alguém com quem conversar. Obrigada pela atenção.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Raven e seus causos #1

   Olá, queridos amigos e leitores, ou melhor, minha família da internet, ne. Fiz uma enquete no twitter e algumas pessoas disseram que queriam que eu falasse mais sobre minha vida pessoal. Então, estou criando essa série pra contar algumas situações pelas quais passo no dia-a-dia.

   Antes de mais nada, queria dar dois avisos importantíssimos para que entendam o que estou vivendo atualmente. Primeiro, eu sou muito idiota, mas muito idiota mesmo, não dá pra levar a sério 10% do que falo no dia-a-dia. E, último aviso, quero deixar bem claro que suspeito que alguém colocou meu nome na boca do sapo, porque estou em uma onda de azar inexplicável. Quer dizer, sempre fui fodid* na vida, mas atualmente estou de parabéns.



   Sobre o causa da vez, como já falei muitas vezes no meu twitter, eu estou em período de provas. Então, sexta-feira passada, após uma pesada prova de matemática, obriguei meus colegas a tomarem uma cervejinha comigo na frente da faculdade, enquanto eu esperava o ônibus, porque pobre tem que correr pra pegar o último ônibus que passa mesmo.

   Conversa vai, conversa vem, bebida entra. Passei um tempo agradável, até que avistei o ônibus e fui pro ponto correndo, enquanto meu sapato ameaçava sair do meu pé. Até então tudo bem. Mas quando finalmente sentei, eu percebi... Minha bexiga começou a doer, como se eu não estivesse num fucking bar até agora. Eu precisava desesperadamente fazer xixi.

   Eu comecei a calcular na cabeça quanto tempo iria demorar pra chegar em casa ou o quanto eu conseguiria segurar, mas assim como na prova que fiz naquele dia, falhei nos cálculos. Cheguei num situação tão desesperadora que cogitei a possibilidade de achar um lugar escondido na rua pra fazer xixi, mas desisti, porque imagina se alguém filma no celular e eu acabo manchando o nome da minha família em um viral "A MIJONA".



   Quando desci do segundo ônibus, já haviam lágrimas escorrendo pelos meus olhos e eu andava com pressa, com a graça de um pinguim, porque não dava pra separar muito as pernas, namoral. O problema é que o ônibus me larga a uns 7 quarteirões de casa (nunca contei), numa rua deserta às 23:30. E, justo nessa noite, um cara suspeito apareceu, usando o capuz do moletom num calor da pega. Já comecei a suar frio.

   Na minha cabeça, eu pensava em correr, mas poderia gerar um acidente líquido. Comecei a criar um teatro na minha cabeça, de como eu iria conseguir sair daquela, sendo que não tinha nada nem uma outra alma na rua. Então, passei a esperar o pior, como que eu ia falar pra um estuprador: "moço, eu sei que você deve estar com pressa, mas será que antes de começarmos eu poderia fazer um xixizinho, porque num tá dando"?

   Enfim, o que eu menos esperava aconteceu. O cara virou pra direita faltando um quadra da minha casa e eu pude voltar tranquila pra casa e fazer o meu merecido xixi. Claro que enquanto eu abria o portão, eu tive que ficar dançando lambada pra segurar o xixi, não sei porque, mas quanto mais perto estamos de fazer xixi, parece que é mais difícil de segurar.

Caminho pra casa.


   Bom, espero que vocês não estejam me odiando por contar uma história tão idiota, mas é que aconteceu recentemente e eu decidi compartilhar, ne. Hehehehehehe. Se gostaram, não esqueçam de dizer nos comentários, pra saber se devo ou não continuar com a série. Obrigada pela atenção.