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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Desrespeitando namoros

   Boa madrugada, queridos amigos leitores! Tudo bem com vocês? Comigo mais ou menos porque acabei de sair daquela prova que deixou um cheirinho de DP no ar, maaaaas... Tenho que aprender a lidar com isso e esse blog não é pra eu reclamar sobre minhas desilusões universitárias.



   Eu queria discutir com vocês um assunto que me incomoda profundamente, que é a falta de respeito com o relacionamento alheio. Se você já esteve em um relacionamento, já passou por isso ou viu acontecer com seu parceiro (a).

   Eu, particularmente, acredito que quem é compromissado com você é quem lhe deve fidelidade, mas não justifica sacanagem e o descaso daqueles que dão em cima de pessoas que eles sabem que são compromissados. Nem preciso comentar que a situação se torna ainda pior quando o compromissado não faz nada além de seu dever de gritar "TÔ NAMORANDO", mas a cria de Baphomet continua a dar em cima.

   Vou citar uma situação pelo qual já passei, pra ilustrar melhor. Em meu primeiro ano de faculdade, um veterano me ofereceu carona, já que graças ao brilhante trote deles, tive que carregar um monitor de computador antigo e pesado em um dia de chuva. No caminho conversamos e ele pediu o número de meu whatsapp, não me lembro certinho, mas acho que era pra adicionar ao grupo do curso. Até aí, tudo mais que tranquilo.


   Ele passou a conversar comigo por whatsapp. Tudo bem. E então me mandou uma imagem com a foto de um cara dizendo várias coisas piegas do tipo "homem de verdade não é blá blá blá, é carinhoso, tem pegada, etc" e comentou "minha amiga disse que essa imagem me descreve, o que acha?". Eu, com a enorme convivência de uma semana com ele, só respondi "legal", afinal, eu não sabia nada sobre ele ainda.

   Ele continuou insistindo em saber o que eu achava e eu disse que não sabia dizer porque não conhecia ele direito, eu só podia ser sincera nessa ocasião. E ele começou com um papo de "ah, espero que no futuro possamos nos conhecer melhor" e eu deixei claro que só poderíamos nos conhecer na amizade. Então, começou o famoso discurso de "a gente não sabe do futuro e mimimi". Eu, segurando pra não ser grossa, soltei "não sei do futuro, mas sei que nesse exato momento eu tenho namorado, então não penso em meu futuro com outros caras".


   Pessoas normais teriam desistido aí, mas esse cara não. Continuou com o papo furado de futuro e conhecer pessoas melhores, como se ele estivesse dando um perfeito exemplo de pessoa legal a se conhecer. Dei inúmeras patadas nele e nada dele desistir, mas eu não queria apenas bloquear, porque nos veríamos na faculdade, eu queria fazer ele não cogitar ficar comigo nunca mais. 

   Querem saber quando ele foi parar? Quando mudei a foto do perfil do whatsapp pra uma de casal. ISSO MESMO, ele não deu ouvidos pra uma palavra sequer do que eu havia dito até o momento, considerou o meu "não" por um talvez, insistiu de forma nojenta até o final, porque ele não tava nem aí para o que eu queria ou deixava de querer. Ele só foi "respeitar" o fato de que levou um fora depois de ver a foto de outro homem.


   Querem saber a parte mais chata? Tem gente que não para nem depois disso, que a pessoa tem que bloquear e ainda sair de seu caminho pra evitar encontrar com a pessoa na faculdade, escola, trabalho, ou sei lá o que.

   Então, eu só tenho um conselho a dar: "NÃO SEJA ESSE TIPO DE PESSOA"! Porque fazer com os outros é fácil, mas pegar alguém dando em cima de seu/sua namorado(a) é nauseante. E não pense que a pessoa que você está cantando não está te achando um otário, porque ela está. Insistir só faz a pessoa querer menos e menos você. Aprendam a lição.


   Enfim, era isso que eu tinha pra passar a vocês, contar sobre uma experiência e dar um conselho. Se eu tivesse os prints, eu colocava aqui, mas já faz um tempo. E, caso você já tenha passado por uma experiência parecida, ou quer deixar um tema para o próximo post, comente. Eu realmente adoro responder vocês.

Obrigada pela atenção.   

domingo, 10 de julho de 2016

Uma nota pessoal sobre o estresse

   Boa noite, queridos amigos e leitores! Tudo bem com vocês? Não consegui cumprir minha promessa do último post, acho que vocês devem querer me bater nessa altura do campeonato, mas vou tentar recompensá-los por isso. UEHUEHEUHEUHEUHEUEHUEHU. Hoje irei abordar sobre o estresse, mas usarei minhas experiências pessoais para dar o exemplo (ou não).


   Creio que, para iniciar de forma correta, eu teria que apresentar-lhes a definição de "estresse", mas também acredito que ele se manifesta diferentemente em cada pessoa. Então, vamos dizer que o estresse é o acúmulo de sentimentos negativos que causam o desgaste emocional e físico, dando destaque para irritabilidade, desconforto e preocupação.

   No meu caso específico, além dos sintomas já citados, o estresse me causa insônia, distúrbio alimentar (perda de apetite), dores no corpo e agrava a minha depressão, ou seja, fico ainda mais frustrada com coisas pequenas, choro mais vezes por coisas sem relevância e me torno ainda mais de "porcelana".

  Lembrando que cada sintoma apareceram em situações diferentes, o que reforça que existem inúmeras causas para o estresse. Quando me mudei de cidade para iniciar a faculdade, onde não conhecia ninguém, dores musculares e de cabeça se tornaram frequentes, além de que me sentia constantemente irritada. E quando trabalhei com supervisores que era verdadeiros filhos da ****, do tipo que humilhavam os colaboradores e ninguém sabia como que foi parar naquele cargo (nos dois casos nenhum dos dois tinha curso superior), insônia, depressão, frustração, além de baixa imunidade, eram frequentes.



   Muitas vezes estamos tão imersos no estresse que nem enxergamos a solução para sairmos dessa situação que, ao meu ver, é deplorável. Tem um supervisor ruim e que, aparentemente, a direção não fará nada quanto a isso? Peça demissão! Está em uma cidade sozinha e ainda por cima cursando faculdade? Durma até um pouco mais tarde, mantenha os estudos em dia, mas tenha seu momento apenas para se divertir ou relaxar, mande mensagem para seus amigos e, principalmente, faça exercícios.

   Às vezes, o estresse vem acompanhado de preguiça e medo, mas temos que lembrar que nossa saúde, tanto física quanto emocional, TEM que estar acima disso. Os momentos ruins só são passageiros quando fazemos algo para escaparmos deles.


   Enfim, essa foi a minha experiência e o que eu aprendi, ou penso que aprendi, a respeito do estresse. Espero que eu possa ajudá-los, dar-lhes um pouco de direção, se estiverem passando por momentos turbulentos. Se gostaram, ou queiram compartilhar sua experiência comigo, não esqueçam de deixar um comentário. Também estou disponível em meu e-mail caso queiram alguém com quem conversar. Obrigada pela atenção.