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domingo, 21 de junho de 2020

O canal da Bonfire no Youtube - Streets os rage 4


         Atenção público que foi abandonado, estou auxiliando num projeto paralelo, e gostaria de apresentar para vocês esta pequena "entrevista" que realizei com um amigo.
        O objetivo deste vídeo foi apresentar a nova versão de um definidor de gênero.
        Espero que o vídeo agrade.

 
    Este post também é um teste para avaliar a viabilidade de usar o blog como divulgação deste projeto.
       Agradeço a paciência.
Corvo Gordo.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Indicação: The Midnight Gospel

Fala pessoal, Corvo de volta. Mas Corvo, o que poderia ser tão bom assim que te trouxe de volta para seu blog morto. Bom, está aí no título né, mas eu vou explicar.
Primeiramente vamos às informações técnicas, como de costume. A animação “The midnight gospel” é uma obra conjunta do criador de “Hora de Aventura”, Padleton Ward, e do comediante Duncan Trussell. O programa tem oito episódios com pouco mais de 20 minutos cada, e foi ao ar na segunda metade de Abril de 2020, estando disponível na Netflix.


Superficialmente, o enredo trata de um rapaz/homem tentando o sucesso no ramo de podcast (spacecast para ser mais exato). A personagem principal, viaja por simulações de planetas para entrevistar indivíduos bastante específicos, fazendo questionamentos filosóficos e espirituais.
Mas e daí? O que tem de tão grandioso assim? Eu voltei a escrever devido a maneira como alguns dos episódios me moveram profundamente. Logo no primeiro episódio, que trata do uso de drogas, foi possível observar o tom profundo e questionador da animação. A arte é bastante psicodélica, e numa primeira impressão, você pode, assim como eu, pensar que os acontecimentos de fundo de cenário tem pouca relação com a entrevista...
...but boy, I was wrong.
                Alguns dos episódios tem a mensagem propositalmente deturpada pelas resoluções, e pela maneira como Clancy perpetua sua situação, e, a despeito do que diz, continua com seus hábitos tóxicos de negar a realidade.
                O sofrimento do protagonista torna-se mais palpável a cada episódio. A verdade é que foi muito fácil me identificar com Clancy, mesmo que as atitudes dele me revoltassem momentaneamente. Por isso, refleti muito a meu respeito. É essa experiência que acredito valer seu tempo.

Capítulo 8
                O real motivo de eu estar aqui pode ser encontrado nos episódios três e oito (final). Primeiramente, são filosofias bastante pontuais e não representam a temática completa do episódio. Mas o que quero apontar é que, depois de todos esses anos, foi preciso uma animação para me ensinar o real poder das palavras, longe de todo o misticismo que a fé imbui na expressão “poder”. Aparentemente trata-se de concretizar internamente a sua intenção. Expressar verbalmente parece estabelecer de fato a sua intenção no seu inconsciente, por isso a necessidade de falar positivamente, para estabelecer uma visão mais saudável e feliz da realidade.
                Eu não vou me alongar nessa filosofia, porque ainda preciso dizer o que observei no último episódio. Nesse episódio fica mais claro que Clancy é uma expressão de Duncan dentro da própria obra. O episódio transita entre ciclos da vida para pontuar a necessidade da aceitação daquilo que está além do nosso controle. No entanto, o que me marcou está na apresentação do indivíduo revoltoso, tão frustrado com não conseguir o que deseja, que quando alcança, repudia. É muito complicado expressar o que isso significou para mim e como me levou novamente a analisar minhas ações diante da falha, por isso, eu trouxe este post.

A morte, que precisa de um alívio cômico para ser encarada.
                Eu queria agradecer aquele que tirar cinco minutos do seu dia para ler minhas palavras. Escrevi este post não somente para indicar esse desdobramento filosófico em meio a quarentena do COVID-19, mas também para tentar expressar e organizar os sentimentos que a obra me gerou. Sinceramente desejo que assistam minha indicação, pois essa não passa de uma análise superficial que primeira observação. Se puderem tirar as próprias conclusões, eu adoraria um diálogo a respeito aqui nos comentários.
Muito obrigado e até a próxima.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O que há de errado com God of War 4 e Marvel's Spider Man


Olá pessoal, corvo aqui de novo.
Hoje trouxe um assunto um pouco complicado pra mim, vou reclamar de coisas que eu adoro, jogos de videogame.
Nesse ano de 2018, a Sony apostou forte em seus exclusivos. God of War e Marvel’s Spider man são dois fortíssimos concorrentes ao jogo do ano (GOTY), é por causa deles que estou aqui agora.


God of War 4 e Homem-aranha tem histórias fantásticas, com uma narrativa muito bem realizada e que cativa muito o jogador. Esse detalhe é importantíssimo para os jogos single-players. Ambos os títulos tiveram amplo sucesso nesse quesito, mas não estou aqui para reforçar os acertos, e sim para apontar o que está errado.
Ambos os títulos tiveram erros gravíssimos, que prejudicaram gravemente a experiência de gameplay.
                Vou começar pela epopeia de Kratos, agora na mitologia nórdica. Eu tive a oportunidade de jogar este título desde o lançamento, e me fascinei com o jogo. Durante as primeiras horas não havia problemas visíveis, mas quanto mais chefes eu derrotava, mas eu me irritava.
O problema em Godo f War quase me fez escrever um post na época. Os Bosses são extremamente repetitivos. Salve engano, são 9 trolls, extremamente parecidos, tanto em skin (aliás parecem apenas skins diferentes de um mesmo personagem) quanto no move set.

O primeiro de muitos
Nos intervalos entre os trolls, derrotamos Baldr algumas vezes, um dragão elétrico e Magni e Modi (os filhos de Thor). Quando acabamos a campanha principal, sobra quem...
...9 Valquírias, que também são bastante similares entre si, embora carreguem golpes específicos que só serão repetidos pela rainha delas.
É justamente isso que me irrita. God of War sempre foi marcado por batalhas épicas contra chefes únicos. Eu tive a oportunidade de zerar todos os títulos da franquia, e ainda me lembro bem da sensação de enfrentar a primeira Hydra, ou derrotar Deimos e com sua ajuda matar Thanatos. Mas agora, no sétimo jogo da série, parece que a Santa Monica ficou com preguiça de desenvolver chefões. Talvez eu esteja enganado, talvez seja a mitologia nórdica que não tenha personas suficientes para o jogo.
Desse problema o cabeça de teia não sofre. Cada chefão é único, embora a batalha seja apenas reconhecer padrões, desviar um determinado número de vezes, apertar triângulo, dar alguns golpes repetidos no chefão, afastar e repetir.
Embora seja mecânico a luta com os chefes, ela é muito bem trabalhada com a narrativa, de forma que o jogador fica absorvido pelo momento e não se incomoda de repetir a mesma ação umas três ou quatro vezes.
O que realmente prejudica o jogo do amigo da vizinhança é a mecânica de combate contra os minions. Não há como travar a mira em um alvo para o combate, isso faz com que os adversários sejam escolhidos pela direção do analógico esquerdo. O problema com isso é que a inteligência artificial do aranha é quase zero. Se colocarmos o analógico para a esquerda e o inimigo estiver um pouco mais para trás, você irá golpear o ar. As vezes, um pulo meio alto é suficiente para o seu personagem não mais enxergar os inimigos e desperdiçar todas as teias atirando para frente.
Esse problema prejudica muito na hora de combater o crime pela cidade.

Não é tão diferente combater os demônios
Outro fator também ligado ao combate ao crime, é o desbalanceamento na dificuldade “difícil”. Combater o Dr. Octopus é bem mais fácil que impedir um crime da Sable. Os tiros arrancam vida demais. Os socos de todos os bandidos fazem parecer que você não está controlando um herói com bastante resistência e com super-força proporcional a uma aranha.
Bom, não estou menosprezando a qualidade dos jogos, estou apenas reclamando de detalhes que não deveriam ter acontecido nesses títulos. Nada disso diminui o potencial dos jogos, e a grandiosidade que eles representaram nesse ano. Por enquanto, esses dois são, na minha opinião, os mais fortes candidatos a jogo do ano, por isso achei importante criticá-los.
Agradeço muito pela atenção, obrigado,
Corvo Gordo

terça-feira, 19 de junho de 2018

Era uma vez...


Once upon a time...
Uma velha cidade amurada era a anos assolada por uma praga misteriosa. A natureza da praga era desconhecida, mas sabia-se que carregava sintomas de lepra, com necrose e perda de membros, no entanto, as feridas ficam purulentas, cobertas por um tecido mole e corrimentos de viscos.
Josias era apenas mais uma vítima dessa maldição, com a perda da orelha esquerda e com as erupções no rosto, não conseguia mais emprego, e fora a muito expulso de casa. Os dias nas ruas eram indiferentes, por isso não os contava mais.
Naquela manhã, Josias roubara um pouco de feno, enlouquecido pela fome, mas logo percebera seu erro, por isso usou-o para forrar o chão. O sol havia sido cruel durante a tarde, mas ficar deitado reduzia as dores da doença e o feno oferecia um mínimo de conforto, apesar de tudo.


By: Thesla
Somente quando a lua era alta pode observar seus arredores, e viu-se num beco de muros de pedra, deserto. Somente a parede em que recostava exibia qualquer traço de vida, uma cerca viva de videiras grossas e bastante verdes. Aquela visão oferecia um pouco de paz a sua alma atormentada. Adormeceu.
Era ainda madruga quando sentiu o corpo preso, apertado num abraço fio e ressecado. Abriu os olhos e se viu amarrado, as videiras o cercavam e arrastavam para dentro do muro, como uma boca faminta. Tentou gritar, mas a garganta ressecada não permitiu, então arregalou os olhos, com a maior expressão de medo que pode produzir.
Num piscar de olhos, a rua havia sumido, e estava livre novamente, mas livre aonde? Ficou de pé tateando a escuridão. Paredes de pedra e um chão liso sob os pés descalços. De repente, um degrau. Foi então que tochas começaram a acender, iluminando o caminho.
Josias estava agora dentro de uma escadaria que descia sinuosamente. Não havia entrada, por isso, seria obrigado a seguir os degraus até onde eles o levassem.
Desceu o último degrau e se deparou com uma sala estranha. Parecia um salão circular, como uma grande sala de jantar de castelo, mas não havia móveis. Tampouco havia tochas, mas o local era muito bem iluminado com um brilho alaranjado que parecia vir de baixo do chão de cristal. O teto era de cerâmica e carregava uma pintura de dois bravos cavaleiros em um combate mortal.
Só depois de muito tempo observou a figura estranha que o encarava com olhos raivosos.
-Quem é você e o que faz aqui? – perguntou a mulher com o rosto coberto por um véu.
-Sou apenas um pedinte, estava dormindo na rua quando vim parar aqui. – Respondeu Josias, ainda confuso com o que acontecera.
Ele observava a moça, e logo percebeu pelas vestes que se tratava de uma bruxa. Ela carrega um conjunto de frascos e poções amarradas na cintura, juntamente com um saco que parecia ser de ervas, seus pés e cabelos pareciam sujos de terra, sua roupa rasgada tinha folhas enroscadas no tecido e nos dedos, carregava anéis de gemas presas por raízes trançadas.
- E o que quer comigo? Vociferou a mulher.
-Me desculpe, não quero nada, estou apenas perdido. - Disse o homem apavorado. Embora ele não soubesse, a bruxa estava tão irritada porque estava presa há séculos e pensava que ele pudesse ter vindo atormentá-la.
-Então talvez possamos nos ajudar, não há saída deste inferno, a menos que você possa ler essas palavras- disse ela apontando para o único objeto na sala, um livro a seus pés.
Josias havia sido bibliotecário real antes da praga, por isso, era muito bem letrado, ao contrário da pobre mulher, que mal conhecia as letras. O homem pegou o livro e logo começou a pronunciar aquelas balburdias de outro idioma. Prontamente um corredor se abriu, com uma nova escada descendente. A bruxa respirou fundo e imediatamente desapareceu.
Josias estava novamente sozinho, então decidiu seguir o caminho que surgira diante dele. Dessa vez, as paredes não eram tijolos de pedra, eram estalactites de uma caverna, e as tochas estavam mais distantes dificultando enxergar o caminho.
Quando chegou ao fundo encontrou novamente a mulher, mas dessa vez ela carregava uma grande lanterna a óleo.
- Para sair daqui, você terá que passar por aquela porta,- disse ela apontando para a direita, onde havia uma velha porta de madeira apodrecida- mas se o fizer, - ela ergue a lanterna- acordará esta criatura.- e a luz difusa revelou um grande bloco de gelo, com um fóssil reptiliano preso bem no meio.


by: Thesla
Nem a criatura nem o sorriso de canto da bruxa importavam para Josias, a doença já o corroía, aquilo não poderia assustá-lo. Correu e atravessou desesperadamente a porta, caindo de joelhos na mesma rua que adormecera.
Mesmo com o esfolado, o homem correu desesperadamente pela rua, agora que o medo o atingira. Josias gritava sobre um monstro, mas gritaria era comum para os doentes, por isso ninguém dava atenção.
Em pânico, Josias abordou dois guardas, tentando informar sobre o que vira, mas eles se entreolharam desconfiados, prontos para espantar mais um “maluco”. No entanto, antes de estenderem as alabardas, olharam para os céus.
Era início da manhã, o sol havia aparecido a pouco, mas começava a escurecer. Grandes nuvens formavam uma espiral de olho negro sobre a cidade, bem no meio da temporada de estiagem. Logo se ouviu um grande estrondo e, na praça central, os lajedos de pedra talhada começaram a erguer-se, como se uma erupção fosse romper bem no centro da cidade.
Ouvindo o barulho, os guardas abandonaram o doente e correram para averiguar a situação.
Lama e barro emergiam rapidamente num monte fétido por entre os lajedos cinzentos, e de repente, uma criatura cadavérica serpenteou para fora da podridão, ressonando num barulho gutural extremamente ameaçador. Como se por um feitiço, todos os doentes pararam, hipnotizados pela sinistra melodia.
Mathias, o guarda veterano, olhou no fundo os olhos de seu parceiro, e pousando a mão no ombro do companheiro, deu o sinal para que atacassem a criatura, mas enquanto apontavam suas alabardas, sentiram o toque viscoso de dezenas de doentes, correndo por cima deles, tentando alcançar de qualquer maneira aquele réptil fossilizado.
Os guardas acabaram mortos, atropelados pela massa de carne pútrida que se agarrava nos ossos expostos da criatura, se contorcendo e deformando, aos poucos preenchendo o que faltava naquele animal.
A criatura nem era tão grande assim, cinco metros de comprimento, mas parecia nunca se completar. Quando quase todos os contaminados das ruas foram absorvidos, ela começou a violentamente invadir as casas, propagando gritos e pânico.
Nesse momento, emergia, da mesma pústula de lama e podridão que a criatura surgiu, uma figura feminina, a bruxa que outrora estava presa com Josias, sorrindo e cantarolando.
Quando Josias passou por ela, prestes a abraçar o corpo do monstro, ela o interrompeu, com um sonoro beijo na bochecha purulenta, em um agradecimento impiedoso.
Mais guardas fecharam a passagem na rua principal, mas a essa altura, mais da metade da cidade já havia se perdido. A criatura se ergueu às costas da moça, e rugiu com seu hálito insalubre, enquanto a bruxa tirava de sua sacola penas ensanguentadas.
Cada pena que ela lançava ao vento se transformava em um pequeno bando de corvos famintos. Os corvos atacaram os guardas, quebrando sua devesa, e então a massa de vísceras reptiliana atacou, assassinando a todos.
Mas a violência não parou, a bruxa continuou a atirar penas, até que uma grande nuvem de pássaros negros estivesse sobre a cidade, alimentando-se de todos que ali estavam. Então, era hora de marchar sobre o castelo.
Invadindo a muralha interna, sob um sinal de mão da mulher, a Serpente pútrida se ergueu novamente, abrindo o próprio rosto ao meio, dividindo-se em duas criaturas.
O palácio caiu rapidamente, com os corvos dilacerando a corte. Não havia necessidade de discurso, não havia necessidade de antagonizar o rei, aquela vingança era impessoal, direta, e a bruxa não perderia tempo com monólogos de vitória. Ela então subiu a escada da torre mais alta, saindo diretamente para um jardim de terraço.
Daquele jardim verde, ela observou sua obra. Enquanto os pássaros imundos decoravam o horizonte, a bruxa sorriu feliz, pois sua profecia de vingança havia se cumprido. Ela então abandonou aquele maldito lugar e foi para casa... ... em paz.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Indicação: Deadpool 2


Fala galeres, Corvo na área...
... atrasado de novo.
Essa semana fui assistir Deadpool 2. Demorei para ir ao cinema, meus dias estão muito ocupados, mas vamos lá, vou dar minha opinião para vocês.

Fazia tempo que os filmes não tinham essas aberturas.
O novo título do mercenário tagarela trouxe mais ação que o primeiro, isso bem é verdade, mas ele inicia um super clichê de filme de ação, mas que é rapidamente sanado, jogando fora a temática de vingança, usada no primeiro filme.
Mais X-men foram introduzidos em Deadpool 2, incluindo Cable Summers, cujo sobrenome não foi citado nenhuma vez (que eu tenha percebido), e o poderoso Juggernaut, traduzido como Fanático.
O teor de comédia que fez tanto sucesso no primeiro título é repetido, mas deixa claro como o personagem satura rápido, e logo fica cansativo.
Não me entendam mal, o filme foi bastante divertido, e embora termine deixando claro que haverá sequência, a impressão que tive é que isso é desnecessário (inclusive, este segundo título já me deu essa sensação).
Vamos aos defeitos.
A primeira coisa que me incomodou é algo extremamente passível de discordância: em determinados momentos, a música de fundo parecia deslocada, como se não encaixasse corretamente.
O segundo ponto é o mesmo que defeito que marca o primeiro filme, as CGIs estavam péssimas, principalmente as que compunham tanto Colossus, quanto Juggernaut. Sinceramente, diante do padrão Marvel, a Fox devia ter investido um pouco mais e melhorado esses aspectos.
            O enredo é até interessante, mas nada único ou sequer original.

A resolução está bem baixa, mas a CGI é ruim de qualquer jeito
Desculpe galera, eu sei que muitos de vocês são fãs do personagem, mas embora o filme tenha sido até bem divertido, ele não apresenta nada de inovador ou sensacional. Além do mais, Wade Wilson já está bastante saturado na mídia e já não tem mais tanta graça. Peço desculpa se vocês não gostaram da minha opinião, mas é sincera. Ainda assim, indico que assistam, e que atentem para o que apontei.
Agradeço pela atenção,
Corvo Gordo

quinta-feira, 1 de março de 2018

Aviso


Fala pessoal, Corvo não está de volta hoje. É...    ...eu avisei...   O ninho do corvo precisava sobreviver a 2017... Pois é, não sobreviveu.
O blog chegou ao fim, acabou abandonado e largado às moscas.
Eu havia avisado do risco por que ele era bem real. Fim de namoro acaba gerando desacordos, e embora eu e a Raven tenhamos continuado a ser amigos, muita coisa mudou, e isso acabou afetando nossa “cria”, o blog.
Embora desmotivado, continuei a tentar escrever, por isso, ainda tivemos posts entre a última pascoa e o fim do ano. Eu sei que esses posts de confissão incomodam o público, mas eles servem de lição àqueles que também escrevem, atentem para os motivos que os levam a seus blogs, aos laços que mantem seu teclado ativo, pois eu não fiz isso.
Eu prometo, esse será um post curto...
Ainda tivemos um pequeno post em dezembro, aquele sob pedido, mas o blog morreu sim. Então para que estou colocado essa “porcaria” aqui para atrapalhar qualquer doido que venha a ler???
Por que ainda tenho intenções de utilizar esse espaço, mas mudanças desagradáveis podem vir, por isso, agradeço pelo tempo que nos visualizaram, agradeço pelo incentivo durante esses pouco mais de dois anos.
Muito Obrigado,
Corvo.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Poesia na nossa geração

Boa tarde (ou manhã, ou noite, sei lá...), galeres, Corvo “is back. Yes he’s back...”, depois de mais de 5 meses. Haverá um post mais explicativo depois, mas por enquanto, só estamos de volta.
                Galera, hoje o post é uma coisa completamente diferente do habitual. Não pela estrutura, mas por que se trata de uma divulgação. E não... não estamos sendo pagos para isso, a autora nos procurou para mostrar seu trabalho, e eu decidi contribuir, afinal de contas me interessei pela obra.

apenas um exemplo do que há dentro
                Veja... No dia 6 de janeiro de 2018, será lançado o livro “Ri, mas”, da jovem poetisa Juliana Aguiar. O lançamento ocorrerá às 17h no “Tablô Café & Bistrô”, localizado na Avenida Brás de Pina, 2656 – Vista Alegre, Rio de Janeiro.
                Bom, antes de falar do livro, deixe-me esclarecer um pouco sobre a autora:

A bela autora
A senhorita Aguiar é uma estudante de medicina apaixonada pelas letras e pela introspectiva dos sentimentos. Participou de diversos concursos literários, dos quais carrega diversas menções honrosas, e teve seu primeiro livro publicado em 2016 (“Contrariemos os desencontros”, pela editora Multifoco). Apesar de ter apenas 20 anos, é observável, através da obra, sua dedicação à introspecção e ao estudo do “self”.
O livro trás uma sinopse convidativa, com uma chamada para olhar para dentro de si (mas não vou dá-la de graça a vocês, quero que busquem pelo livro, ué...), e tentar não mentir sobre quem somos.

A capa a ser vista no dia 6
A autora gentilmente cedeu uma prévia para que o ninhodecorvo  fizesse uma breve análise para vocês:
É claro, já na primeira estrofe, que a composição é em métrica livre, de verso e de rima, como os pensamentos que as compõe. São, majoritariamente, colunas curtas e soltas, que refletem momentos e emoções da autora.
Muitos dos versos são carregados de experiências e sentimentos da autora, com forte significado pessoal, já outros trazem um tom filosófico mais convidativo, com uma forte visão da mente da autora, e para os mais atentos, de nós mesmos, uma chance para escutarmos o que pensamos e tentar entender o que sentimos.
A interpretação é bastante subjetiva e dependente do leitor, como vocês mesmos podem conferir, já que deixei duas estrofes ao longo do post. Por fim, deixo o link para o evento de lançamento, e se algum de vocês (leitores cariocas) se interessarem e forem ao evento, avisem que souberam por nós.
Agradeço muito pela atenção,

CorvoGordo

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Indicação: Mulher Maravilha

Aloha, cambada. Eu disse que pagava essa dívida. Hoje não tem enrolação, é “Mulher Gal Gadot” na cabeça.
Ai, ai... Que belos cabelos escuros (a asa da graúna).

Ai que seduzente
Informações técnicas, vamos lá. Com estreia em 1 de junho de 2017, “Mulher maravilha” foi produzido pela DC Films, pela Atlanta Entertainment e pela Cruel and Unusual films, distribuído pela Warner e dirigido por Patty Jenkins.  E carrega ação por 141 minutos.
Finalmente, ao filme. Toda a trama não passa de uma lembrança, sim de fato. Mas era preciso, Diana já havia sido introduzida no DCU, mas ainda precisava de sua história de origem. Filha de um deus, a poderosa personagem trava o início de sua epopeia durante a primeira guerra mundial, contra um vilão cuja voz retumba na sala do cinema (toma essa Smaulg, engole grosso Bane).

O vilão Ares nos quadrinhos
Mulher maravilha traz ação e movimento durante a maior parte da exibição, não é apenas uma demonstração e uma luta final, como geralmente acontece. Moral e valores sobre a vida regem a bussola da personagem enquanto ela descobre o mundo real acompanhada de um par romântico muito bem trabalhado.
Felizmente, as sutilezas de Snyder estão no filme, para impedir a fuga do tema sombrio e a queda na receitinha de bolo MCU que todos amam. Vemos uma menina socialmente inexperiente para o mundo externo, criada no isolamento de uma ilha paradisíaca, onde tudo parece bonito e valores regem no preto e branco, no bom ou mal.


O sofrimento e a carga psicológica são bem mais sutis que nos outros títulos desse universo, talvez para demonstrar um aspecto de força psicológica feminino (o que me parece sexismo também).
Diana é muito bem construída e encaixou bem melhor na atriz que na aparição anterior, mas ainda sim, tenho minhas reclamações.
Não posso deixar de comentar, é um forte concorrente a filme de herói do ano, mas parece muito com promoção da atriz, por isso eu o chamo de “Mulher Gal Gadot”. A Impressão que tenho é que o filme não perdurará, como um clássico geek ou cult de herói, como foi para Watchman e como eu vejo para BvS e Homem de Aço. É Um filme bem menos inteligente que os anteriores.

A diretora Patty Jenkins
A essa altura já não deve mais estar no cinema, mas não perca nenhuma oportunidade de assistir. A despeito dos efeitos especiais nojentos, as cores, a música e a agitação do filme vão te arrastar para dentro da história, pois esse é o mais imersivo dos filmes de herói. Galeres, por hoje é isso, não deixe de ver o Miranha que sai antes deste post, e esperemos pacientemente para que Liga da Justiça seja um bom filme. Até mais.

Corvo Gordo.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Indicação: Homem-Aranha - de volta ao lar

Fala pessoal, Corvo de volta, e “hoy yo pago minha dívida”. Para começar vamos com o filme mais esperado do momento, o “homem spider (insira aqui direitos autorais) m*n - de volta ao MCU”.
“Spiderman – homecoming” marca a chegada definitiva do herói ao universo integrado dos filmes da editora, com um grande alvoroço dos fãs e ampla aceitação da crítica (apesar de que o “rotten tomatoes” não sabe nada de filmes).


Como devido, comecemos com as informações técnicas, nãh. Produzido pela Columbia Pictures e pela Marvel Studios, e distribuído pela Sony pictures, o Miranha da vez foi estrelado por Tom Holland, contracenando com o ex-Batman Michael Keaton e com participação do overpriced Robert Downey (Stark) Jr. Com 133 minutos e duas cenas pós-créditos (assista à segunda), o filme estreou no Brasil no dia 6 de julho.
Enquanto alguns discutiam quem trouxe o melhor aranha, Toby (de jeito nenhum) ou Andrew (ótimo aranha, Peter bem ruim), Tom Holland nos trouxe uma versão mais jovem e fiel ao personagem, com todo o ar Nerd, o bulling escolar e a boca solta do cabeça de teia. A inexperiência e as dúvidas marcam a mente do jovem Peter, que tem apenas 15 anos nessa versão. Pela primeira vez a Marvel trouxe a complexidade de um herói sem ser nas sutilezas dos detalhes, trazendo uma aproximação para o público.

Arte conceitual
A trilha sonora é uma forte concorrente para a dos Guardiões da Galáxia, bastante marcada por faixas da década de 80, e inclui (por duas vezes, se não me engano) uma versão modernizada do dingle tema do cartoon clássico.
A escolha do vilão foi muito bem elaborada, aproveitando de um personagem pouco explorado, que coube muito bem ao ator.
Mas nem tudo é tão lindo assim. Talvez a Marvel tenha tido problemas em adquirir o direito de todos os personagens, talvez tenham escolhido arriscar, mas o filme trouxe algumas mudanças nos personagens que não agradaram. Fora a sexualização exagerada de Tia May, a etnia de algumas personagens foi alterada, provocando uma forte quebra na caracterização. Um forte exemplo é Flash Tompson, estereótipo do Bully escolar americano, clássico aluno branco e esportista que abusa dos nerds e faz sucesso com as garotas (aparentemente os diretores esqueceram até de sua obsessão com o aranha). Gwen Stacy e Harry Osborn (melhores amigos de Parker desde sempre) foram completamente esquecidos, e Mary Jane, não só mudou de etnia, trocando o ruivo clássico e simbólico por um tom moreno América, como também mudou de novo.

Michael Keaton é o segundo melhor vilão do aranha.
Se tem uma coisa que sou obrigado a comentar, é que cada um de vocês precisará manter a atenção durante todo o filme. Há muitos easter eggs e referências durante todos os 133 minutos, com direito a vilões, citações e remakes de cenas.
Por fim, a despeito da falta de coragem do MCU em matar personagens, “homecoming” é um dos top 5 da produtora e definitivamente merece seu ingresso. Há muito mais o que estender aqui, mas não quero entrar nos detalhes do filme e correr o risco de spoilers, por isso, se você ainda não viu (duvido), corre lá.  Lembre-se de ficar para o pós-crédito, já é meu segundo aviso.
Por hoje é isso, obrigado por tudo.

Corvo Gordo.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Indicação: A Múmia

Fala galeres, Corvo Gordo de volta para mais um filme.  Sabe como temos o MCU e agora estamos começando o DC Universe nos cinemas (com Homem de aço, Batman vs Superman e Mulher Maravilha), então...
... o que trago pra vocês é minha opinião no que é a introdução oficial de um novo universo cinematográfico (um pelo qual estou bastante ansioso), o  Dark Universe da Universal Studios, (que reunirá os monstros da Silver Screen). Trago, então, minhas impressões sobre “A Múmia”.

Ótimos efeitos especiais
Dirigido por Alex Kurtzman e distribuído pela Universal Studios, “A Múmia” é um reboot da série clássica, com um ar mais moderno e obscuro. O filme tem 107 minutos e não possui cenas pós-crédito (decepcionado com isso).
O enredo é um pouco distante do original, nada de destino e reencarnações, a múmia em questão também é um pouco mais velha, se não me engano. A trama traz mais do clássico cultural de múmias, envolvendo maldições e Deuses egípcios, embora a insistência em dizer que Seth era deus da morte (na verdade Caos, o responsável pelos mortos era Anúbis).

Ação de primeira e muita demonstração de poder
Tons escuros dominam as telas, lado a lado com as cores áridas do deserto, que aparecem de tempo em tempo. A trilha sonora não me chamou atenção, mas somente porque assisti apenas uma vez, e ainda assim, não há do que reclamar.
O enredo é imersivo, mas tem alguns problemas de desenvolvimento, como um flash back narrativo super mal encaixado logo no início do filme. Quanto as atuações, não posso  dizer nada, afinal, minha cidade só está exibindo este filme na versão dublada.
O filme me agradou bastante, principalmente porque minhas expectativas estavam baixas. Alguns detalhes precisam ser atentados, há easter eggs no filme, prontos para não serem percebidos, e uso de cenas similares às da série original. O final apresenta tudo que o filem precisava para a construção do universo em questão.

Se não prestar atenção perde os detalhes
Não há indicativo de qual será o próximo filme a aparecer no Dark Universe, mas se eu tivesse que apostar, Godzilla levaria meu voto (já que ele é quem marcou o retorno oficial dos grandes monstros as telonas). É isso por hora, galera, eu ainda estou devendo minha visão sobre “Mulher Gal Gadot”, mas logo postarei. Espero que tenham gostado, e que façam o favor de comentar também.
Muito Obrigado,

CorvoGordo

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Indicação: Guardiões da Galáxia volume 2

Fala Galeres, Corvo is back, yes he’s back, back again...
Eu avisei vocês, se o Ninhodocorvo sobreviver a 2017, ele não acaba mais.
Semanas e semanas de atraso e eu trago, para meus queridos leitores, minha opinião sobre um dos filmes mais divertidos do MCU (Marvel Cinematic Universe), Guardiões da Galáxia volume 2.
                Com estreia no dia 27 de abril de 2017, o filme traz a mesma recita de bolo cômica e alegre de sempre, mas vem recheado com sentimentos fortes desta vez. A beleza visual que faz de Guardiões da Galáxia meu filme favorito no MCU também está presente, com tons mais vivos e brilhantes (mesmo que exagerado nas cenas finais). Um detalhe perceptível são os momentos feitos para a exibição em 3D (bastante óbvios até).


                O enredo trás um aprofundamento das relações do grupo principal e um conflito em torno no pai de Peter Quill. Em enredo secundário vem as relações pessoais de Gamora e as de Rocket Racoon.
                A história tem um bom desenvolvimento a primeira vista, estruturando os sentimentos dos personagens para uns com os outros. A ação é bastante presente, como esperado de um filme de “super-heróis”. Trilha sonora dispensa comentários, e as atuações são bastante boas...
... a partir de uma segunda etapa do filme. É justamente essa minha reclamação. Talvez seja culpa do roteiro, e provavelmente é, mas os personagens ficaram muito caricatos em um primeiro momento, adicionaram frieza de mais no Rocket e arrogância em Drax. Essa representação das características ficou bastante forçada e chega a incomodar no início do filme, mas não sei dizer se desaparece posteriormente ou se nos acostumamos ao longo da sessão.


O mais especial a se destacar são as 5 cenas extras do filme, o que representa um recorde. Vemos a formação de um novo Yondu, importante na composição da história de Guardiões da Galáxia, vemos a formação original da equipe nos quadrinhos (com a participação especial de Stallone), vemos o crescimento de Groot e sua relação com a equipe, vemos também Stan Lee (em mais uma participação) conversando com os Watchers, numa forte indicação de seu real papel dentro do MCU, e por fim, vemos a cena referente a “Guerras Infinitas”, um dos próximos filmes (pirei na cadeira quando vi essa).

Stan Lee (em macacão espacial) e os Vigilantes.
Galera, minha opinião é que o filme vale muito o tempo de vocês, é bastante divertido e animador, tanto que a Raven já foi duas vezes ao cinema para vê-lo.. E não se esqueçam de esperarem os créditos acabarem para desligar, afinal vocês já sabem como esses filmes funcionam.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Indicação: A piada mortal

Chega de Marvel, pessoal, agora é vez da concorrência. Se tem uma coisa que a DC faz bem, e muito bem, são animações do Batman. Por isso, pessoal, trago uma indicação indispensável para os fãs do morcegão de Gotam.
Lançado em julho (22) de 2016, “A piada mortal” têm dois momentos de enredo, interligados pelo principal vilão do cavaleiro negro da DC. O início do enredo trás um foco na Batgirl (Bárbara Gordon – filha do comissário) e sua relação com Batman. Essa etapa trás mais diálogos e é muito mais serena.


A segunda etapa inicia-se com o coringa forçando a transição de Bárbara para “Oracúlo” (se eu explicar dou spoiler), na tentativa de “quebrar o comissário Gordon e provar uma ideia para o Herói mascarado.
Há uma atmosfera de tensão e seriedade durante toda a trama, mesmo com as expressões de loucura constantes do palhaço de cabelo verde. É uma produção muito mais sombria que o de costume para o público mainstream (acostumado com os cartoons matinais).


A proposição final da animação revela uma relação próxima à igualdade entre herói e vilão, um tom de insanidade mútua, deixando um mistério suspenso. O coringa faz questão de exibir a insanidade do Batman ao público.
Em minha humilde opinião, o tom mais sombrio, também presente em “O cavaleiro das trevas parte 2 e 3”, é muito bem vindo.


Galera, essa é uma ótima oportunidade de avaliar seus heróis (fictícios) de outra perspectiva, muito mais séria e racional que o ideal de perfeição que estamos acostumados. Espero que gostem, é minha indicação por hoje. Até a próxima.

Corvo Gordo

quinta-feira, 30 de março de 2017

Indicação: Punho de Ferro

Fala, galeres, CorvoGordo is back! Como se eu tivesse ido embora né. Dessa vez vou indicar série, de novo!


Estreou na sexta-feira dia 17 de março, pelo Netflix, “Iron Fist”, mais uma série integrando o universo cinematográfico da nossa querida Marvel.
Punho de ferro conta a história de Danny Rand, um jovem milionário que perde a família em um acidente de avião que o isolou no Himalaia. Encontrado por monges de uma cidade mística (e fictícia, obvio), o garoto é treinado para ser um dos guardiões de K’um-Lun (a tal cidade).

Loras Tyrell (Finn Jones) na versão Marvel
A série conta sua trajetória de retorno a Nova York (que parece ser o único local para histórias no universo Marvel), de recuperar seu nome (e bens) e desvendar o mistério da morte de seus pais, enfrentando um inimigo já apresentado em outras séries, “o tentáculo”.

Olha, preciso ser sincero, eu esperava muito mais. Um personagem como o punho de ferro deveria ser bem mais centrado e racional, marcado por misticismo e filosofia do kung fu, não um garoto problemático descontrolado e facilmente enganável. O enredo se resume a uma sucessão de vezes que Danny Rand é passado para trás, perdendo e readquirindo confiança, uma repetição de plot-twists insatisfatórios.

Não me entenda mal, “Punho de ferro” não é ruim, apenas deixa a desejar em alguns aspectos. O vilão é fraco e pouco expressivo e um herói só é tão bom quanto seu vilão, o tentáculo perdeu o mistério e aquela perspectiva de poder, o romance é desnecessário e forçado ao espectador. Par romântico tornou-se um padrão neste tipo de produção, e esta já é a segunda vez em que é totalmente dispensável para a história (poucas alterações seriam necessárias).
Os efeitos especiais são padrão Marvel de produção, a partir daí já se pode entender muito, porém, só existe uma cena, no último capítulo que demonstra de que se trata o tal punho de ferro.


Galera, eu sei que só critiquei, mas assistam, vale a pena consumir algumas horas de seus dias, distribuindo ai os 13 capítulos, mesmo com tudo que reclamei. A importância deste seriado está no fato de que é a última chave para a composição de uma nova equipe de heróis, “Os defensores”, que será o próximo marco do conjunto Marvel-Netflix. Por hoje é só pessoal, peço desculpas pelo tom de decepção, mas é por que eu esperava muito. Agradeço pela paciência, até a próxima.
Muito Obrigado,

Corvo Gordo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Indicação: A chegada

Fala galeres, Corvo Gordo is back! E dessa vez trago um ótimo sci-fi bastante recente. Para aqueles fãs que (assim como eu) amaram muito “Interestelar”, a Paramount Pictures trouxe, em novembro de 2016, “Arrival”, ou em português, “A chegada”.


“A chegada” conta a história de uma linguista e professora universitária, chamada para traduzir a linguagem da primeira espécie alienígena a se comunicar com os humanos. O enredo trata da dificuldade da personagem em compreender o sistema de linguagem e descobrir se a recém chegada dos heptápodes (os aliens) é amistosa ou um ato de guerra.
O filme tem ótimos efeitos especiais e uma trilha sonora que acompanha bem o clima do filme, exceto em uma parte. O início é um pouco lento e cansativo, mas não tarda a captar bem a atenção e nos fazer imersos a situação.


Mas há do que reclamar: o enredo é um pouco simplório e as cenas de tensão e mistério se alternam com outras inexplicavelmente estendias.
A grande proposta do filme é nos fazer entender sua conexão temporal, o que de fato não foi tão complexo. Mesmo assim, “A chegada” é um prato cheio para aqueles que (assim como yo) se sentem carentes de uma boa ficção espacial.


Galeres, é isso por hoje. É curto eu sei, mas é isso que temos. Lembrem-se em maio estreia “Alien: Covenant” com uma grande expectativa de retorno as raízes do terror. Por conta disso, fico devendo uma tetralogia “Alien” para vocês. Se puderem, confiram minha indicação e aproveitem o filme. Muito obrigado, até mais.

Corvo Gordo

quarta-feira, 15 de março de 2017

Indicação: Logan

Fala, Galeres, estou de volta. Agora sim, o filme mais aguardado do primeiro trimestre, o fim de uma era, um marco representativo na história de X-men no cinema: “Logan” - O último filme de Hugh Jackman como o mais querido dos mutantes, o poderoso (porém baixinho) Wolverine.


                Com 141 minutos, “Logan” é baseado no personagem Wolverine (Ah! Que óbvio!) do arco “Old man Logan”, porém, o enredo parece muito mais baseado no game “The last of us”, e como tal, conta a história de um homem velho (relativamente), cansado e marcado pela dor, que precisa levar uma criança, de quem inicialmente, para um ponto determinado (muito distante), enfrentando inimigos que querem captura-la. Além disso, também se faz presente aquele clichezão de que o “velhote” tem que aprender a amar novamente.


Bom, vamos ao verdadeiro enredo. “Logan” se passa anos após o fim das guerras contra os mutantes. Os X-men estão mortos e apenas três mutantes conhecidos ainda vivem, o velho Wolverine, cujo fator de cura degenerou deixando sofrendo e vulnerável, o nonagenário professor Xavier, cuja mente está degenerando devido à idade, e o rastreador fotofóbico Caliban. Um laboratório militar americano, operando no México, conduzia experiências com crianças mutantes. A trama trata de Logan (forçado) ajudar uma dessas crianças (vocês já sabem quem, aposto que todos adivinharam nos trailers) a chegar a um local seguro.
Três coisas me incomodaram no filme, apenas três (também, só assisti uma vez até agora).
A primeira é a insistência dos personagens em dizer que a X-23 é filha de Logan, o que embora seja um simbolismo, não é exatamente verdade. A terceira coisa não pode ser dita (Major spoiler), mas a segunda é clara: X-24 (de onde eles tiraram essa ideia?).


A imagem é sensacional, os locais de filmagem trazem vivamente a sensação de velhice e debilidade de Wolverine o tempo todo, nos lembrando bem do que se trata a história.
As atuações foram sensacionais, e embora não me lembre muito bem das músicas, lembro-me de estar integralmente imerso no filme.
A violência se faz presente o tempo todo (Até que enfim), digna do selo Deadpool de aprovação, por isso, pense duas vezes antes de levar as crianças, pois decapitações, lacerações e decepação de membros são uma constante.
Galere, para ser simples, o filme é muito bom, e o final não podia ser melhor (embora surreal e tenha irritado alguns fãs). É isso e só isso.


Por hoje é só, galeres (como se fosse pouco), “Logan” estreou na sexta feira dia 3 de março, por isso, ainda está no cinema (até a data dessa postagem, lógico), por isso indico ferozmente que corram para assistir (se é que já não viram, né).  Agradeço pela atenção, e até mais.

Corvo Gordo