Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de dezembro de 2017

Poesia na nossa geração

Boa tarde (ou manhã, ou noite, sei lá...), galeres, Corvo “is back. Yes he’s back...”, depois de mais de 5 meses. Haverá um post mais explicativo depois, mas por enquanto, só estamos de volta.
                Galera, hoje o post é uma coisa completamente diferente do habitual. Não pela estrutura, mas por que se trata de uma divulgação. E não... não estamos sendo pagos para isso, a autora nos procurou para mostrar seu trabalho, e eu decidi contribuir, afinal de contas me interessei pela obra.

apenas um exemplo do que há dentro
                Veja... No dia 6 de janeiro de 2018, será lançado o livro “Ri, mas”, da jovem poetisa Juliana Aguiar. O lançamento ocorrerá às 17h no “Tablô Café & Bistrô”, localizado na Avenida Brás de Pina, 2656 – Vista Alegre, Rio de Janeiro.
                Bom, antes de falar do livro, deixe-me esclarecer um pouco sobre a autora:

A bela autora
A senhorita Aguiar é uma estudante de medicina apaixonada pelas letras e pela introspectiva dos sentimentos. Participou de diversos concursos literários, dos quais carrega diversas menções honrosas, e teve seu primeiro livro publicado em 2016 (“Contrariemos os desencontros”, pela editora Multifoco). Apesar de ter apenas 20 anos, é observável, através da obra, sua dedicação à introspecção e ao estudo do “self”.
O livro trás uma sinopse convidativa, com uma chamada para olhar para dentro de si (mas não vou dá-la de graça a vocês, quero que busquem pelo livro, ué...), e tentar não mentir sobre quem somos.

A capa a ser vista no dia 6
A autora gentilmente cedeu uma prévia para que o ninhodecorvo  fizesse uma breve análise para vocês:
É claro, já na primeira estrofe, que a composição é em métrica livre, de verso e de rima, como os pensamentos que as compõe. São, majoritariamente, colunas curtas e soltas, que refletem momentos e emoções da autora.
Muitos dos versos são carregados de experiências e sentimentos da autora, com forte significado pessoal, já outros trazem um tom filosófico mais convidativo, com uma forte visão da mente da autora, e para os mais atentos, de nós mesmos, uma chance para escutarmos o que pensamos e tentar entender o que sentimos.
A interpretação é bastante subjetiva e dependente do leitor, como vocês mesmos podem conferir, já que deixei duas estrofes ao longo do post. Por fim, deixo o link para o evento de lançamento, e se algum de vocês (leitores cariocas) se interessarem e forem ao evento, avisem que souberam por nós.
Agradeço muito pela atenção,

CorvoGordo

domingo, 23 de outubro de 2016

Indicação: Inferno

Olá pessoal, o ninho de corvo está de volta com mais indicações.
A indicação de hoje é “Inferno”, lançado no dia 12 de outubro no Brasil e baseado no livro homônimo de Dan Brown.


Hoje o post vai ser mais curto, então direto ao assunto. Assim como o livro, esse é o filme menos “conteudista” da série, e tem uma forte característica de capítulo final.
A trama conta a aventura do professor de Simbologia e História da Arte, Robert Langdon, para impedir um rico pesquisador de liberar um patógeno que mataria a maior parte da população do mundo.
Os enigmas são tão fracos, comparados com os filmes anteriores, que precisam se apoiar na perda de memória do protagonista para não serem solucionados de imediato.
Quanto as características do filme, tenho muito a tratar.
Os cenários são maravilhosos, amplas cidades Europeias (Florença, Veneza e Istambul), com ricos fatores históricos associados ao renascentismo e ao famoso poeta Dante Alighieri, que orienta parte da motivação da trama.
O enredo do filme é bastante plausível, e pode convencer os menos letrados, com os ideais do vilão, sem contraposição científica alguma durante todo o filme, mas é mal explorado.
O filme corre como uma Fórmula 1, mais do que os dois. É compreensível, assim como era em “Anjos e Demônios”, a necessidade do frenesi, para inspirar a tensão e o desespero desejado, mas há diversas partes do filme que representam longos períodos de tempo e certamente precisavam de amenidades.
Bastante coisa mudou em relação ao livro (que ainda não terminei de ler), mas crio que pouco foi perdido (já que o livro mais parece um roteiro).


Quanto ao “plot twist” principal, este me decepcionou bastante. A atuação carregada de Felicity Jones entrega a verdade logo nas primeiras cenas, tornando o filme previsível.
Mas o filme é bom, tem uma trilha sonora forte e agradável, com ótima atuação do restante dos atores e efeitos muito bons.
Recomendo muito o filme para todos aqueles que não leram o livro, pode ser bem agradável e divertido. As cenas finais me mantiveram firme na cadeira, esperando a resolução.
Por hoje é isso pessoal, deixo aqui meus agradecimentos pela atenção e pela paciência.

Muito obrigado, Corvo Gordo.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Indicação de Autor: Dan Brown

Oi, pessoal, hoje trarei uma indicação diferente.
Nada de game ou filme, vou dar uma de Raven Franzina e vou indicar um autor de livros, Dan Brown.
Dan Bown é um autor de livros de ficção muito aclamados, com forte conteúdo histórico e que enfrentaram grandes empecilhos para as publicações, devido a exposição de determinados conteúdos.
O que quero indicar mesmo é a série de livros que conta a trajetória do personagem Robert Langdon, interpretado por Tom Hanks no cinema.

O primeiro e meu favorito é “Anjos e Demônios”, que expõe pequenos segredos da igreja católica no meio de sua trama ficcional, tratando também do assunto preferido dos adeptos de teorias da conspiração, os Illuminati. Este foi o livro do autor que mais problemas enfrentou, uma vez que era considerado uma afronta a maior instituição religiosa ocidental.

Estátua de Bernini que aparece no Poster do filme
O segundo livro é também o mais famoso e primeiro a ser adaptado para as telonas, mesmo ainda estando associado a Igreja, “O código Da Vinci”.
O priorado de Sião é um assunto deveras desconhecido, mas fez muito sucesso tanto na literatura quanto no cinema, sendo o título mais vendido de Dan Brown. A trama é complexa e com uma grande reviravolta no final, cheia de enigmas e simbolismos que cativaram o público.

Sob o olhar da Monalisa
“O símbolo perdido” é o terceiro da série e acompanha os outros em qualidade. Um enredo misterioso que envolve uma das maiores seitas do mundo, a Maçonaria. É o livro com mais referencias a simbolismos e segredos, envolvendo-nos no mistério da motivação de um assassino. Aparentemente, “O símbolo perdido” deveria ser adaptado para o cinema em 2013, mas aparentemente o projeto não deu certo (possivelmente pelos mesmos motivos que atrasaram o filme “Anjos e Demônios”).
Brasão da Maçonaria, tema do livro
O último dos livros e o único que ainda não li é “Inferno”, cujo título é uma referência à obra de Dante Alighieri. Embora bastante recente, o livro deve ser adaptado para o cinema em breve, com Tom Hanks novamente no papel do protagonista.

O feioso Alighieri, autor da mais detalhada descrição do Inferno Católico
Embora haja grande conteúdo nos livros de Dan Brown, é possível notar uma grande fluidez do texto. Não há trechos maçantes que cansam o leitor, o que permite uma fácil e agradável leitura.
Não devemos esquecer que as obras são ficcionais, por isso não podemos tomar tudo que está escrito por verdade, é preciso sempre fazer uma pesquisa mais profunda.
Os livros são bastante indicados para adolescentes e adultos, podendo ser uma leitura um pouco extensa para crianças. Espero sinceramente que aqueles que tiverem a curiosidade de conferir estes títulos aproveitem bem os momentos entre as páginas.

Muito obrigado.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sessão lágrimas: Ponte para Terabítia

   Boa madrugada, meus caros amigos leitores. Estou pensando em iniciar uma nova série no blog, mas isso irá depender de vocês, devo ou não escrever sobre filmes e livros que me arrancaram lágrimas? De certa forma, estarei me expondo, mas prometo colocar aqui apenas os filmes na qual chorei. Se quiserem, comentem, por favor.



   Ponte Para Terabítia é um filme de 2007, dirigido por Gábor Csupó, baseado no livro de Katherine Peterson e distribuído pela Walt Disney Pictures. Sendo um filme que recebeu críticas bastante positivas, em sua maioria, e reconhecido como uma adaptação fiel do livro.

   O filme retrata a história de Jess Aarons, um estudante de 10 anos, que sonha em ser artista e mora com seus familiares, que passam por dificuldade financeira. Sua rotina escolar era tentar evitar a valentona da escola e ser perturbado por outros dois colegas de sala, tendo descanso apenas nas aulas de música, momento que parava para admirar sua professora.

   Seu dia-a-dia começa a mudar no momento em que uma aluna nova, Leslie Burke, transfere-se para sua escola. No intervalo, como de costume, os meninos iriam apostar corrida, sendo que Jess havia treinado em casa. O que lhe irrita de fato é que a aluna nova participa da disputa e vence de todos os meninos. Se não bastasse, ao voltar pra casa no ônibus escolar, ele descobre que ela é sua mais nova vizinha.

   Jess constantemente se sente frustrado pela falta de apoio e presença dos pais, que sempre ficam do lado de suas irmãs. Após ter brigado com sua irmã mais nova, que havia rabiscado seu caderno de desenho, e ter visto seus pais a defenderem, Jess sente-se contente quando Leslie elogia seus desenhos e demonstra apoiá-lo. Aos poucos, foram construindo um bom relacionamento. 

   Certo dia, enquanto Leslie e Jess apostavam corrida, encontram uma árvore na beira de um riacho, tendo uma corda amarrada em um de seus galhos. Balançaram-se e foram para o outro lado, desvendando a "nova terra" e batizando-a de Terabítia. Claro que, de início, Leslie precisou ensinar o Jess a "abrir seus olhos", a usar mais a criatividade.

   A partir daí, passam por inúmeras aventuras, lutam contra trolls, salvam os terabitianos, constroem um forte. E, enquanto passam por isso, vão evoluindo e adquirindo a maturidade deles, de certa forma, sem perder a imaginação. 

   É um filme que possui muita reflexão sobre diversos assuntos, ao qual demonstra bem o que é uma perda significativa, o apoio mais que necessário para aguentá-lo, vindo de pessoas da qual não esperávamos, e também como recomeçar. 

   Eu chorei liiiiiiiiiiiiiitros assistindo, chorei todas as vezes que assisti. É um filme da qual não me canso, com cenas muito bonitas de assistir, efeito especiais regulares (para a época), mas com um roteiro excelente. Mas o que me tocou de verdade foi a atuação.


"Feche os olhos, mas mantenha a mente aberta"

   Enfim, essa foi minha indicação de filme que também se encaixa na Sessão Lágrimas. Espero que tenham gostado. Não se esqueçam de comentar o que acharam e dizerem se querem que eu prossiga com a série. Obrigada pela leitura.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Indicação: Estrelas Tortas


   Boa noite, pessoas lindas. Hoje irei indicar um livro pequeno e simples, mas muito tocante que li quando tinha uns 14/15 anos.



   Estrelas Tortas foi escrito por Walcyr Carrasco e publicado pela editora Moderna. É um livro pequeno, com apenas 104 páginas, onde os capítulos são separados pelos pontos de vista de cada personagem.

   O livro foca na história de Marcella e aqueles que a rodeiam. Ela era uma adolescente comum, bonita e atlética, que participava do time de vôlei, porém, sofreu um acidente de carro, que sua mãe dirigia. A jovem foi lançada do automóvel por não estar usando cinto de segurança, ficando paraplégica.

   De cadeira de rodas e com seu mundo completamente mudado, a menina teve que reaprender a viver. A trama, então, se volta para as novas dificuldades lançadas no cotidiano de Marcella e de seus amigos e familiares, pois também foram afetados. Seu irmão, Gui, e sua avó passaram a atender suas necessidades, enquanto seus pais passaram a juntar mais dinheiro para a recuperação da filha.

   Após um incidente no baile de sua escola, Marcella fez novas amizades e começou um romance, que de início duvidamos que poderia acontecer. Então, ela encontra motivação para seguir, aceita suas dificuldades, mas também começa a superá-las e até mesmo se sentir mais feliz em brigar por sua recuperação.

   Não direi mais, já que a intenção é que leiam o livro e não posso contar a história inteira, mas, se me permitirem, deixo meu trecho favorito do livro pra vocês:

"Que a gente é como um pedaço da noite:
De longe, estrelas perfeitas.
De perto, estrelas tortas."

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Recomendação de livro: Celular, Stephen King


   Boa noite, pessoas lindas. Com muito orgulho, irei recomendar pra vocês um dos livros que eu gosto muito e espero que possam apreciar também!



Celular, Stephen King

   O livro retrata as ações de Clay Ridell, que se encontrava em Boston, pois conseguira fechar contrato para suas histórias em quadrinho, quando uma verdadeira carnificina começou em frente a seus olhos. Algumas pessoas que, por acaso, estavam se comunicando por celulares, enlouqueceram, tornado-se extremamente violentas, irracionais e zumbificadas, porém, não matavam por uma questão de alimentação ou sobrevivência, mas por violência pura.
 
    Nesse cenário apocalíptico, com caminhões e carros colidindo, pessoas correndo (e mordendo), Clay utiliza de seu portfolio para salvar Tom McCourt, que estava prestes a ser morto e tornaram-se amigos e companheiros de sobrevivência. Ainda em Boston, os dois salvam uma garota de 15 anos, chamada Alice Maxwell, que quase foi assassinada pela própria mãe, que havia perdido o juízo.

   Os três, sendo uns dos poucos a sobreviver, caminham por esse mundo caótico a procura do filho de Clay, que ficara na cidade natal deles. Assim, essa empolgante história vai se desenrolando em vários acontecimentos e gerando um grande sentimento de revolta e perda. Sinceramente, eu adorei e faz jus ao nome STEPHEN KING!



   Enfim, se gostaram do livro, ou esqueci de algum detalhe, por favor, me digam nos comentários. Tenham uma ótima noite. Beijos e obrigada.