Mostrando postagens com marcador X-men. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador X-men. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de março de 2017

Indicação: Logan

Fala, Galeres, estou de volta. Agora sim, o filme mais aguardado do primeiro trimestre, o fim de uma era, um marco representativo na história de X-men no cinema: “Logan” - O último filme de Hugh Jackman como o mais querido dos mutantes, o poderoso (porém baixinho) Wolverine.


                Com 141 minutos, “Logan” é baseado no personagem Wolverine (Ah! Que óbvio!) do arco “Old man Logan”, porém, o enredo parece muito mais baseado no game “The last of us”, e como tal, conta a história de um homem velho (relativamente), cansado e marcado pela dor, que precisa levar uma criança, de quem inicialmente, para um ponto determinado (muito distante), enfrentando inimigos que querem captura-la. Além disso, também se faz presente aquele clichezão de que o “velhote” tem que aprender a amar novamente.


Bom, vamos ao verdadeiro enredo. “Logan” se passa anos após o fim das guerras contra os mutantes. Os X-men estão mortos e apenas três mutantes conhecidos ainda vivem, o velho Wolverine, cujo fator de cura degenerou deixando sofrendo e vulnerável, o nonagenário professor Xavier, cuja mente está degenerando devido à idade, e o rastreador fotofóbico Caliban. Um laboratório militar americano, operando no México, conduzia experiências com crianças mutantes. A trama trata de Logan (forçado) ajudar uma dessas crianças (vocês já sabem quem, aposto que todos adivinharam nos trailers) a chegar a um local seguro.
Três coisas me incomodaram no filme, apenas três (também, só assisti uma vez até agora).
A primeira é a insistência dos personagens em dizer que a X-23 é filha de Logan, o que embora seja um simbolismo, não é exatamente verdade. A terceira coisa não pode ser dita (Major spoiler), mas a segunda é clara: X-24 (de onde eles tiraram essa ideia?).


A imagem é sensacional, os locais de filmagem trazem vivamente a sensação de velhice e debilidade de Wolverine o tempo todo, nos lembrando bem do que se trata a história.
As atuações foram sensacionais, e embora não me lembre muito bem das músicas, lembro-me de estar integralmente imerso no filme.
A violência se faz presente o tempo todo (Até que enfim), digna do selo Deadpool de aprovação, por isso, pense duas vezes antes de levar as crianças, pois decapitações, lacerações e decepação de membros são uma constante.
Galere, para ser simples, o filme é muito bom, e o final não podia ser melhor (embora surreal e tenha irritado alguns fãs). É isso e só isso.


Por hoje é só, galeres (como se fosse pouco), “Logan” estreou na sexta feira dia 3 de março, por isso, ainda está no cinema (até a data dessa postagem, lógico), por isso indico ferozmente que corram para assistir (se é que já não viram, né).  Agradeço pela atenção, e até mais.

Corvo Gordo

terça-feira, 31 de maio de 2016

Indicação -> X-men: Apocalypse

Olá “garerinha”! Tudo bom? Corvo Gordo de volta, tentando botar nossas postagens em dia aqui, mas está difícil.
Primeiramente peço desculpas pela qualidade do meu último post, ficou bem ruim e o anime merecia uma análise melhor. Mas agora voltemos aos filmes.
Hoje vou falar do mais novo filme dos X-men, o tal do “apocalipse”, adoro pronunciar o nome desse personagem (En Sabah Nur).

Apocalypse e seus 4 cavaleiros
X-men: Apocalypse é um filme de 2h e 27 min, lançado no dia 19 de maio de 2016, retratando um universo “inspirado” nos quadrinhos, em um dos arcos mais populares desses personagens.
O filme reapresenta alguns heróis que já vimos anteriormente, com algumas mudanças decorrentes do filme anterior (“Dias de um futuro esquecido”) e algumas fortes incoerências de enredo se ligarmos com os títulos da primeira trilogia.
Vou começar pelos pontos negativos. Noturno aparece, mas não é isso que me incomoda: Em “Primeira classe”, o universo cinematográfico nos apresentou a sua versão de Azazel, o teleportador vermelho, e também a nova versão da Mística (Jennifer Lawrence), mas agora, quando fomos reapresentados ao filho dos dois (sim, Noturno é filho de Azazel e Raven), não há o mínimo indício dessa relação. Há uma apatia total entre os personagens que aparecem, como se a possibilidade não fosse nem remota (Pelo menos em X-men 2 havia uma tensãozinha mínima).
Outra coisa que me irritou foi a questão de transformar a mística em heroína. Desde sempre os filmes dos X-men são um desrespeito ao universo dos quadrinhos (vide Deadpool em “Wolverine: Origens”), mas estão aproveitando da fama da atriz para vender e tornar adorável uma vilã que os fãs amavam odiar.
Outra falha, que é bastante compreensível, é a falta de demonstração de poderes do vilão principal.
Mas agora é hora de saber o porquê de esse filme valer a pena.
Efeitos sonoros são geralmente muito bons em filmes de heróis de quadrinhos, então pulemos para o próximo item.
O filme é bastante colorido até a metade, com efeitos especiais muito bons, dignos do cinema atual, (o que não aconteceu em alguns títulos anteriores) o que demonstra um maior comprometimento com a série, a partir de agora.
O enredo é relativamente bem desenvolvido, e libera espaço para vários “plots” do quadrinho, diversificando as possibilidades das sequências (que certamente virão).
Poderes magníficos são demonstrados durante a segunda metade. En Sabah Nur, fica restrito, mas é demonstrado a grandiosidade de personagens como Psylocke, Tempestade e Mercúrio, que se mostra absurdamente mais rápido no filme que nos quadrinhos.
Atentamos para o que aparece de Magneto e Jean Grey, que demonstraram uma extensão absurda de suas capacidades, abrindo muito espaço para o cinema. Podemos ter agora mais um arco da Fenix, ou quem sabe “Dinastia M”.
O filme não é nenhum grande exemplo de enredo super trabalhado e complexo, mas é muito bem desenvolvido, e bastante agitado, com ampla destruição do cenário visto e cenas épicas e agitadas, é bastante animador e muito melhor do que eu esperava.

Só poster épico
Recomendo muito que não percam esse título, que pode ser o melhor e mais divertido título dos X-men, que deixou uma expectativa positiva do que vem pela frente, ainda mais com o filme solo do Gambit vindo por ai. Aproveitem essa indicação, pode valer bem o ingresso do cinema.
Por fim, peço desculpas pelos atrasos e novamente por meu último post, em breve normalizaremos nossas postagens. Agradeço pela paciência e pela sua presença.

Muito obrigado, e até mais.