Mostrando postagens com marcador pokémon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pokémon. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Será o fim de Pokémon Go?

Olá Garerinha. Tudo bem?
Hoje não tem indicação, hoje tem análise. E o ninho de corvo pretende expressar sua opinião quanto ao futuro de Pokémon Go.


Então pessoal, o aplicativo Pokémon Go, criado pela Niantic, é um dos aplicativos mais baixados da história e fez um baita sucesso durante o lançamento, agregando milhões de fãs das séries de Pokémon (games e anime) e outras milhões de pessoas com interesse casual e posers.
No entanto, com o passar dos meses, casuais, posers e até alguns dos fãs começaram a abandonar o jogo. Principalmente aqui no Brasil, com o grande problema dos Hackers e o alto custo da internet móvel 3G/4G.
Em minha opinião, a Niantic está perdendo tempo. Já devia ter otimizado as funções prometidas, trazido os pokémons lendários e implementado o combate e a troca entre jogadores.


Os números só fazem cair, e em minha opinião, não há muitas perspectivas de melhora. De fato a segunda geração trará novamente bastante público, assim como os eventos (como o que está rolando agora), mas não se iludam. Conforme as gerações avancem, cada vez menos casuais e jogadores que eram fãs apenas do anime se identificarão com o jogo e ele tende a esfriar bastante.
Outro fator importante é que a Niantic fez questão de acabar com os emuladores e os combater ferozmente os Hackers. Sinceramente, achei ótimo o combate aos bots, mas os emuladores podiam ser mantidos. As únicas vantagens que os emuladores promovem são as localizações favorecidas (que o jogador pode escolher) e o fato de que não há cansaço físico.

"Ai pisquei"
Por fim , os últimos contribuinte que vejo são ps localizadores. A Niantic tem feito grandes esforços para acabar com todos os sites de localização de Pokémons possíveis, o que me parece um tiro no pé, já que saber aonde ir estimulava mais as buscas. Mas, aos poucos, esses sites estão se recuperando.
Bom galera, por hoje é isso, me parece que o nosso querido app está mesmo fadado a um resfriamento grave nos anos que seguem, sem muita perspectiva de melhora. Se você discorda, ou tem alguma coisa a acrescentar, deixe ai sua opinião. Agradeço pela paciência e pela presença.

Muito obrigado, Corvo Gordo

sábado, 6 de agosto de 2016

Raven e seus causos #3: Assediada por um senhor de 60 anos

   Aloha, queridos amigos e leitores. Estou de volta e desisti de falar dos motivos que me fazem sumir, não farei mais promessas que não posso cumprir também. Como muitos sabem, já que o corvo mencionou no último post, estou jogando Pokémon GO e esse post é mais ou menos relacionado a isso. Não vou começar com minhas usuais piadinhas sem graça ou risadas extravagantes, porque o que tenho que falar não é lá muito divertido.

Foto meramente ilustrativa, não se trata desse senhor especificamente.
   Esse causo inicia-se comigo passeando em um praça da cidade onde estudo. Já que era uma tarde ensolarada de 30 graus, encontrava-me de regata e short jeans. Decidi estar simples, porque tinha em minha posse um ovo de 5 km e isso requer caminhar pra caraio.

   Enquanto capturava um Rattata no conforto da sombra de uma das árvores, um senhor de idade se aproximou de mim, falando pra eu tomar cuidado, pois a árvore estava carregada de frutas que pareciam mais com cocos (mas não sei de qual fruta se tratava) e que, há alguns dias, uma delas tinha caído na cabeça de outra mulher. Infelizmente, sempre respondo pessoas de idade com um grande sorriso no rosto e, talvez, esse tenha sido meu pecado.

   Ele começou elogiando minha boa educação, que era difícil encontrar jovens que escutem os idosos e etc. Contou que estava viúvo e chorava muitas vezes por sentir falta da companhia e beleza de sua falecida esposa. Fez-se de coitado para que eu sentisse dó e fizesse companhia. Por eu ser uma idiota de coração mole, me senti triste por ele e, ao invés de continuar andando, emprestei meus ouvidos.

   Esse senhor, ao perceber minha receptividade, aproveitou-se para prolongar a conversa, puxando outros assuntos, em sua maioria, fofocas. Porém, a prosa começou a ficar mais densa e mais difícil de ser tolerada. Por exemplo, a história de seu vizinho "loirinho" casado com uma "loirinha orgulhosa" que o traiu com um "negão", como insistia em dizer. "Sou católico, não acredito nessas coisas, mas parece até que ele tinha feito um feitiço nela, é difícil de acreditar", lembrando que seu posicionamento era de incredulidade. Quando ele se mostrou racista, meu sorriso passou a ter um aspecto mais torto, como quando nos forçamos a sorrir ao estarmos onde não gostaríamos.

Praça da cidade onde estudo.
   Ele foi me contar do filho que traiu a esposa "que parece uma princesa" por uma "pioienta" de 21 anos, baixinha, gordinha e feia. "As garotas de hoje em dia são muito fáceis", afinal, ela que era solteira tinha mais culpa que o rapaz que era casado. O tempo e o espaço ficaram confusos pra mim, parecia que ele não ia parar de falar nunca e a sensação era de que ele estava cada vez mais perto de mim.

   Ele contou sobre uma vizinha, que seria minha chará, "uma garota belíssima, branquinha, mas você não vai acreditar! Ela é gay!", ele contou abismado. Eu apenas comecei a encarar o vazio.

   Não sei se o meu desconforto era muito óbvio, mas outro senhorzinho passou a circular perto da gente e a encarar o meu assediador. Eu só queria sair de perto dele, tudo que ele fazia já estava me irritando, até mesmo sua mania de tirar o chapéu, creio que o santo não bateu.

   Ele passou a falar de suas ex namoradas. Mas, pera, ele não chorava pela esposa? "Se as pessoas acham que eu permaneci virgem durante esses cinco anos, não vou mentir, eu tive as minhas namoradas, eu namorei muito hahahahahaha", ele começou a passar a mão em meu braço, com frequência.

   "Ela era branquinha e tinha o cabelo escuro igual ao seu", disse passando a mão em meu cabelo. E eu já estava trêmula. 



   "Eu dava dinheiro para ela, ela nunca pediu, mas ela não quis devolver uma foto minha, lembrança de quando eu era jovem, isso quer dizer que, mesmo ela tendo 31 e eu 60, ela sentia algo por mim, certo?", segurou minha mão, que estava pousada em minha coxa, logo, a dele passou a estar lá também. Obviamente, me reposicionei. Mas, com tudo que estava acontecendo, eu não conseguia nem falar direito e, quando falava, não sabia bem o que estava dizendo.

   "Nossa que tatuagem bonita! O que é?", disse alisando minha coxa, onde se encontra a tal tatuagem, o que me causou ânsia e nojo. O ódio começou a subir enquanto eu tentava imaginar como que um gesto de educação conseguiu me meter nesse tipo de situação.

   Quando eu insisti que tinha que ir, "ah, não converse mais um pouco comigo", disse, segurando minha mão. Eu reforcei que precisava almoçar e ele ofereceu pagar algo pra eu comer e uma cervejinha, mas rebati falando que não bebo e que já tinha comida na pensão que moro. Ele queria que eu fosse visitá-lo em sua casa, ou "mansão" (como fazia parecer), insistia que eu fosse, dizia que tinha uma igreja evangélica logo em frente e apertava forte minha mão, não deixava eu me soltar. 

   Após 30 minutos nesse pesadelo que parecia não ter fim nunca, ele só me deixou ir após eu fingir que anotei o número de celular dele. Tive que fazer todo um teatro, dizendo que ia ligar sim, mas (obviamente) não o farei e jamais irei visitá-lo.

   Eu sei que eu pareço patética, também me sinto um pouco assim, um pouco humilhada por não ter tido uma reação boa o suficiente, mas apenas não sabia o que fazer. Simplesmente não consegui ser grossa ou durona com alguém de idade e não sei informar se foi mais pelo choque ou por educação com os mais velhos mesmos. Em todo caso, na minha cabeça, tudo que eu queria era empurrá-lo e sair correndo, ou mandar ele a merd*.



   Eu não havia feito mal a ninguém, nem nada de errado, apenas saí para capturar alguns Pokémons e chocar um ovo no jogo. Afinal, a culpa foi minha? O que você teria feito de diferente? Estou aberta a conselhos, críticas, ou qualquer coisa do gênero. Aguardo os comentários de vocês e desculpa o post longo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PokémonGO

     Olá, meus caros!

A mais nova febre mundial.
     Estou voltando aqui, depois de mais de 20 dias, para deixar esse pequeno recadinho para vocês.
     Não, galera, não é outra desculpa esfarrapada para justificar nossos atrasos com as publicações, e nem mais uma aviso de que estamos voltando com os post, é um recadinho sobre Pokemon GO.
    É isso aí mesmo, caros colegas, se você ainda não sabe, está liberado o aplicativo em território Brazzuca.
    Quem vai correr atrás das capturas para o ninhodecorvo é a Raven, por isso apressem-se, corram e peguem os seus, quem sabe a gente não se tromba pelas ruas.
    Vou deixando meu "migué", mais para a frente, EU prometo trazer uma pequena análise do jogo para vocês, mas por enquanto ainda precisamos testar sua funcionalidade.
    Antes de partir, já deixo minhas lágrimas, perdi dois Eevees já. Tudo por quê não quis sair da aula para pegá-los.

Meu primeirinho
    Um pedido e um tchau tchau, meus Pokemon terão nomes de desastres naturais (mal gosto? Lógico), por isso, se tiver ideias para os nomes, mandem para gente, não importa por qual veículo de comunicação.
Desde já agradeço pela paciência,
Corvo Gordo

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Top 5: jogos que marcaram a minha infância!

   Boa noite, queridos amigos e leitores aqui do blog. Antes de mais nada eu quero deixar claro que estou usando como base a minha infância. Jogos que foram importantes pra Raven. Confiram agora a maravilhosa lista que preparei pra vocês!

5. Crash Bandicoot


   É um dos jogos da lista que menos joguei. Lembro-me vagamente de ficar sempre no cagaço em algumas situações em que apareciam aquelas malditas caixas de TNT e de odiar o Dr. Neo.

4. Spyro


   Esse é um jogo que eu certamente jogava apenas porque era de um dragão, já que eu era muuuuuito pequena e não entendia nada da história. Não sei se eu que não prestava atenção ou minha versão que era em inglês, mas eu adorava esse jogo, mesmo não sabendo jogar.

3. Super Mario


   Creio que, pelo menos da minha época, quase todo mundo já jogou Mario. Até porque nossas mães tinha a maldita mania de comprar o PoliStatio ao invés do PlayStation. KKKKKKKKKK. 

2. Pokémon


   Não só marcou minha infância, como também minha adolescência. Decidi pegar a imagem do Pokemon Yellow, que foi o primeiro que eu joguei na vida e, sem dúvidas, o que me influenciou mais, mesmo que na época eu era um projeto de gente ainda.

1. Harvest Moon


   E em primeiríssimo lugar está o meu lindo, maravilhoso, cheiroso e gostoso Harvest Moon!!! O primeiro que joguei foi o Back to Nature, mas jogo até hoje, tendo ainda o BtoN no video game e o Tale of Two Towns. Com certeza, um jogo ótimo para o desenvolvimento das crianças. 


   Enfim, essa foi a lista de jogos que marcaram a minha infância. Se algum de vocês já jogou ou tem alguma crítica construtiva a fazer, não esqueça de deixar um comentário. Muito obrigada pela atenção.