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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PokémonGO

     Olá, meus caros!

A mais nova febre mundial.
     Estou voltando aqui, depois de mais de 20 dias, para deixar esse pequeno recadinho para vocês.
     Não, galera, não é outra desculpa esfarrapada para justificar nossos atrasos com as publicações, e nem mais uma aviso de que estamos voltando com os post, é um recadinho sobre Pokemon GO.
    É isso aí mesmo, caros colegas, se você ainda não sabe, está liberado o aplicativo em território Brazzuca.
    Quem vai correr atrás das capturas para o ninhodecorvo é a Raven, por isso apressem-se, corram e peguem os seus, quem sabe a gente não se tromba pelas ruas.
    Vou deixando meu "migué", mais para a frente, EU prometo trazer uma pequena análise do jogo para vocês, mas por enquanto ainda precisamos testar sua funcionalidade.
    Antes de partir, já deixo minhas lágrimas, perdi dois Eevees já. Tudo por quê não quis sair da aula para pegá-los.

Meu primeirinho
    Um pedido e um tchau tchau, meus Pokemon terão nomes de desastres naturais (mal gosto? Lógico), por isso, se tiver ideias para os nomes, mandem para gente, não importa por qual veículo de comunicação.
Desde já agradeço pela paciência,
Corvo Gordo

sábado, 19 de março de 2016

Você entende de música?

E ai, galera? Tudo bom? Hoje no “ninhodecorvo” eu lhes trago uma questão musical.
Você entende de música? Então quem sabe você não possa me ajudar a resolver esse problema.


Alguns dias atrás um professor estava comentando sobre ao surgimento das correntes de pensamento econômico e a relação histórica que as gerou. Então ele observou o estranho surgimento dos movimentos musicais de grande valor cultural e/ou filosóficos (intelectual) no século XX.
Segundo ele, temos o surgimento do Jazz e do Blues nos Estados Unidos da América como uma das maiores correntes culturais musicas e o surgimento do Samba no Brasil (completando o quadro).
De acordo com o professor, é estranho como não há esse tipo de movimento musical na Europa, ou em outras regiões.
Para mim, ele estava completamente enganado.
Eu concordo com a imponência do Blues no século XX, que surgiu como uma expressão cultural fortíssima de combate ao racismo, carregado de uma ideologia extremamente importante para os EUA. Mas o surgimento do rock’n roll na Inglaterra tem uma carga intelectual e cultural muito mais forte que a apresentada pelo Jazz ou pelo Samba.
O movimento mais importante no Brasil é o da “Bossa-nova” no final dos anos 50, e depois consideramos seus derivados. Além do mais, o rock’n roll brasileiro também se mostrou bastante importante nesse parâmetro sociocultural e até mesmo político, carregado de letras inteligentes e engajadas.


Não podemos esquecer da força que representou o MPB, principalmente no que se refere ao combate a ditadura militar.
De volta aos Estados Unidos, ainda encontro dois estilos que considero historicamente mais importantes que o Samba, o RAP e o Funk (que não se trata do que conhecemos hoje).
Mais próximo do final do século, surgem os derivados do rock, carregados de valores tribais e de identificação individual, como o Punk, o Grunge, o Metal etc.
Minha visão é bastante influenciada pelo Rock e pela falta de conhecimento de qualquer Samba de valor filosófico/ideológico. Enquanto isso, pude observar que a opinião do tal professor é carregada pelo oposto, contato excessivo com o Samba (que deve ser seu estilo favorito) e falta de conhecimento de outros estilos. Ao meu ver, até mesmo o fraco movimento do Sertanejo de raiz tem mais importância cultural para o Brasil que o Samba.
Aí é que vem minha questão. Tenho consciência da minha ignorância no assunto, por isso eu pergunto: Existem Sambas de valor ideológicos importantes para o país? Quais seriam os Sambas com grande expressão cultural para nosso povo? Existem outros movimentos do qual no me lembrei ou não sabia? Quais seriam eles?

Jackson do pandeiro: Campina Grande
Deixo essas dúvidas para vocês, meus leitores. Se for do seu interesse, deixe um comentário com sua opinião, se discorda, argumente, contribua para que todos possam aprender um pouco mais sobre música.

Muito obrigado.

terça-feira, 15 de março de 2016

Guia de sobrevivência do Corvo: Zumbi #3

E aí pessoal, hora de voltar com aquela velha série, né.
Hoje vou tratar de um tipo bem peculiar de Zumbi, o exército de mortos de “Game of Thrones” e dos livros de R.R. Martin, aproveitando o embalo dos últimos posts.
Estamos trabalhando agora com o tipo original de Zumbi, o zumbi reanimado por magia (que meio que não existe no nosso universo), por isso esse post não passa de pura fantasia.

The army of the dead
Estamos passeando pela tundra, quando de repente um exército de cadáveres se levanta e caminha em sua direção. O que fazer?
Bom, a primeira opção é fugir. Locais de clima quente serão seguros, pois os zumbis só podem ir aonde seus mestres comandam, e os White Walkers não caminham senão no frio.
No universo da série e dos livros, o inverno congela toda Westeros, mas na terra, a órbita regular impede que as estações atinjam todas as regiões ao mesmo tempo, e garante zonas que nunca congelam ou sequer resfriem muito. Fuja em direção ao equador e estará sempre seguro.
Quer combater? Então vamos lá.
Assegure-se de não estar sozinho, e de carregar algo que utilize fogo. Lacerações não vão parar o exército de mortos, não há restrições biológicas que os mantem em combate, somente magia, por isso, eles lutarão mesmo sem cabeça ou completamente desmembrados. Somente incinerando os cadáveres é que eles pararão.
Mordidas e arranhões não vão te transformar, por isso o combate é uma boa opção aqui, para reduzir os números do inimigo.
Para acabar efetivamente com zumbis mágicos é preciso destruir os mestres. Na ficção, os White Walkers não são fáceis de matar, é preciso usar aço Valiriano, obsidiana, ou fogo de dragão. Infelizmente, não tempos nem o aço mágico, nem os dragões, mas, para nossa sorte, a obsidiana é relativamente fácil de obter aqui.

Zumbis mágicos precisam de um mestre para se levantar.
Uma infestação desse tipo não duraria muito tempo no nosso planeta, e jamais nos exterminaria, mas vale a análise mesmo assim.
Por hoje é isso, pessoal, espero que tenham gostado. Deixe sua sugestão para a próxima análise, ou deixe sua opinião, isso me ajudaria muito.
Se você não viu os anteriores, vou deixar linkado aqui: Zumbi#1, Zumbi#2, conceitos básicos.

Muito obrigado, boa tarde.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Comparação: As crônicas de gelo e fogo & Game of thrones.

Bem-vindos novamente. Hoje vou fazer uma pequena comparação entre a adorada série de tv e a série de livros que contam o universo criado por George R.R. Martin.
Antes de tudo, vale lembrar que expresso aqui apenas minha opinião pessoal e qualquer um tem direito de discordar do que estará escrito.

Os cinco livros publicados até o momento
As crônicas de gelo e fogo é uma série de romances qualificados como fantasia épica, escritas pelo já conhecido George R.R. Martin (cujo nome está estampado nos livros em letras maiores que as dos títulos) e publicada pela editora Bantam Spectra ( de 1996 até agora), distribuídos no Brasil pela editora Leya.
Game of Thrones é uma série de televisão baseada nos livros (leva o título do primeiro) de R.R. Martin. Produzida pela HBO, foi ao ar pela primeira vez em 2011, e narra a “mesma história” de Westeros que o livro.
Bom, porque “mesma história” entre aspas? A série e os livros divergem cada vez mais conforme o decorrer da história.
O autor dos livros teve participação ativa até essa quinta temporada na série, então, de forma geral, ambas as histórias tomavam o mesmo rumo, por isso a comparação que farei não vale para as próximas temporadas.
Primeiramente, o universo do livro é sempre mais completo que o universo da série (ou filme – como acontece com outros títulos), sem dúvida. A genialidade do autor se mostra na criação e na descrição de seu universo fictício tão bem elaborado e cruel, quebrando com qualquer expectativa de conto de fadas.
Martin detalha nudez e violência com a crueldade do mundo real, não há piedade nem para os personagens que o público possa considerar protagonistas. São estes detalhes muito bem elaborados que surpreendem o público em alguns momentos.
Meu último elogio, o enredo e os personagens são muito bem entrelaçados e com grande profundidade, sem estereótipos dualísticos de bem e mal, há egoísmo e crueldade em todos, ao mesmo tempo em que existe piedade e dúvida. Por fim, a história é bem amarrada.
A série obteve bastante sucesso em representar o universo do livro, com um teor medieval e de fantasia, cativando um público gigantesco.
Os efeitos especiais são bem trabalhados e convincentes, os personagens são bem representados. Embora a atuação não fosse tão boa de início, temos agora personagens muito fortemente caracterizados, muito bem trabalhados e com atuações geniais.
Alguns personagens foram bem melhor trabalhados que no livro, mas a falta de contato com os pensamentos íntimos dos indivíduos remove grande parte da profundidade, como muito claro em Theon Greyjoy .
A redução de personagens e da extensão do romance prejudica um pouco a história, mas o dentro do universo montado, o enredo ficou tão bem entrelaçado quanto o livro.
Na MINHA opinião ( longe de ser uma regra) a série foi muito melhor executada que os livros, e vou explicar o porquê.
Embora eu não dispense de maneira alguma “As crônicas de gelo e fogo”, o livro não é tão bem escrito, ou editado. Talvez tenhamos perdido algo na tradução, já que eu estou lendo em português (talvez isso seja desculpa esfarrapada), mas falta muito mistério. Muito dos segredos do livro são rapidamente expostos ou se tornam tão claros que o texto se torna previsível para quem se acostou ao estilo do livro, não há tensão enquanto lemos, e mesmo algumas mortes acabam se tornando óbvias.
Por falar nas mortes, eu preciso reclamar da falta de impacto que elas produzem, mesmo as mortes brutais transmitem pouca sensação na leitura, acabando com o choque que elas deveriam produzir.
Quando falamos da série, lembramo-nos de mortes bastante chocantes, algumas até traumatizantes, bastante visuais e impactantes (nos temidos capítulos 9).
O mistério é constante no seriado, a brutalidade é mais sincera, e tudo é mais visceral.
Embora a história tome um rumo mais simplório no seriado, ela parece mais fluída.
Outra coisa que me incomoda na leitura é quando há excesso de detalhes desnecessários, o que felizmente não ocorre com tanta frequência.
Poucas vezes o seriado me decepcionou (como quando há dubles de corpos em cenas de nudez), mas há alguns problemas sim.
Algumas atuações são até incomodas, faltam alguns pontos cruciais do enredo (o que há por trás de Jon Snow, a trama de Azor Ahai, e todo o “mistério” dos lobos gigantes), e o excesso de protagonismo em determinados pontos garante a morte ou sobrevivência de determinados personagens.

O trono de ferro da série
Bom, dessa forma deixo claro meu favorecimento à série, mas qualquer um está apto a discordar de mim, contanto que argumente. A sexta temporada tornará sua história independente dos livros, o que só reforça a ideia de que devemos aproveitar ambos, por isso deixo também minha indicação, assistam, leiam e critiquem.

Aproveitem, muito obrigado.