quarta-feira, 12 de abril de 2017

Indicação: A piada mortal

Chega de Marvel, pessoal, agora é vez da concorrência. Se tem uma coisa que a DC faz bem, e muito bem, são animações do Batman. Por isso, pessoal, trago uma indicação indispensável para os fãs do morcegão de Gotam.
Lançado em julho (22) de 2016, “A piada mortal” têm dois momentos de enredo, interligados pelo principal vilão do cavaleiro negro da DC. O início do enredo trás um foco na Batgirl (Bárbara Gordon – filha do comissário) e sua relação com Batman. Essa etapa trás mais diálogos e é muito mais serena.


A segunda etapa inicia-se com o coringa forçando a transição de Bárbara para “Oracúlo” (se eu explicar dou spoiler), na tentativa de “quebrar o comissário Gordon e provar uma ideia para o Herói mascarado.
Há uma atmosfera de tensão e seriedade durante toda a trama, mesmo com as expressões de loucura constantes do palhaço de cabelo verde. É uma produção muito mais sombria que o de costume para o público mainstream (acostumado com os cartoons matinais).


A proposição final da animação revela uma relação próxima à igualdade entre herói e vilão, um tom de insanidade mútua, deixando um mistério suspenso. O coringa faz questão de exibir a insanidade do Batman ao público.
Em minha humilde opinião, o tom mais sombrio, também presente em “O cavaleiro das trevas parte 2 e 3”, é muito bem vindo.


Galera, essa é uma ótima oportunidade de avaliar seus heróis (fictícios) de outra perspectiva, muito mais séria e racional que o ideal de perfeição que estamos acostumados. Espero que gostem, é minha indicação por hoje. Até a próxima.

Corvo Gordo

quinta-feira, 30 de março de 2017

Indicação: Punho de Ferro

Fala, galeres, CorvoGordo is back! Como se eu tivesse ido embora né. Dessa vez vou indicar série, de novo!


Estreou na sexta-feira dia 17 de março, pelo Netflix, “Iron Fist”, mais uma série integrando o universo cinematográfico da nossa querida Marvel.
Punho de ferro conta a história de Danny Rand, um jovem milionário que perde a família em um acidente de avião que o isolou no Himalaia. Encontrado por monges de uma cidade mística (e fictícia, obvio), o garoto é treinado para ser um dos guardiões de K’um-Lun (a tal cidade).

Loras Tyrell (Finn Jones) na versão Marvel
A série conta sua trajetória de retorno a Nova York (que parece ser o único local para histórias no universo Marvel), de recuperar seu nome (e bens) e desvendar o mistério da morte de seus pais, enfrentando um inimigo já apresentado em outras séries, “o tentáculo”.

Olha, preciso ser sincero, eu esperava muito mais. Um personagem como o punho de ferro deveria ser bem mais centrado e racional, marcado por misticismo e filosofia do kung fu, não um garoto problemático descontrolado e facilmente enganável. O enredo se resume a uma sucessão de vezes que Danny Rand é passado para trás, perdendo e readquirindo confiança, uma repetição de plot-twists insatisfatórios.

Não me entenda mal, “Punho de ferro” não é ruim, apenas deixa a desejar em alguns aspectos. O vilão é fraco e pouco expressivo e um herói só é tão bom quanto seu vilão, o tentáculo perdeu o mistério e aquela perspectiva de poder, o romance é desnecessário e forçado ao espectador. Par romântico tornou-se um padrão neste tipo de produção, e esta já é a segunda vez em que é totalmente dispensável para a história (poucas alterações seriam necessárias).
Os efeitos especiais são padrão Marvel de produção, a partir daí já se pode entender muito, porém, só existe uma cena, no último capítulo que demonstra de que se trata o tal punho de ferro.


Galera, eu sei que só critiquei, mas assistam, vale a pena consumir algumas horas de seus dias, distribuindo ai os 13 capítulos, mesmo com tudo que reclamei. A importância deste seriado está no fato de que é a última chave para a composição de uma nova equipe de heróis, “Os defensores”, que será o próximo marco do conjunto Marvel-Netflix. Por hoje é só pessoal, peço desculpas pelo tom de decepção, mas é por que eu esperava muito. Agradeço pela paciência, até a próxima.
Muito Obrigado,

Corvo Gordo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Indicação: A chegada

Fala galeres, Corvo Gordo is back! E dessa vez trago um ótimo sci-fi bastante recente. Para aqueles fãs que (assim como eu) amaram muito “Interestelar”, a Paramount Pictures trouxe, em novembro de 2016, “Arrival”, ou em português, “A chegada”.


“A chegada” conta a história de uma linguista e professora universitária, chamada para traduzir a linguagem da primeira espécie alienígena a se comunicar com os humanos. O enredo trata da dificuldade da personagem em compreender o sistema de linguagem e descobrir se a recém chegada dos heptápodes (os aliens) é amistosa ou um ato de guerra.
O filme tem ótimos efeitos especiais e uma trilha sonora que acompanha bem o clima do filme, exceto em uma parte. O início é um pouco lento e cansativo, mas não tarda a captar bem a atenção e nos fazer imersos a situação.


Mas há do que reclamar: o enredo é um pouco simplório e as cenas de tensão e mistério se alternam com outras inexplicavelmente estendias.
A grande proposta do filme é nos fazer entender sua conexão temporal, o que de fato não foi tão complexo. Mesmo assim, “A chegada” é um prato cheio para aqueles que (assim como yo) se sentem carentes de uma boa ficção espacial.


Galeres, é isso por hoje. É curto eu sei, mas é isso que temos. Lembrem-se em maio estreia “Alien: Covenant” com uma grande expectativa de retorno as raízes do terror. Por conta disso, fico devendo uma tetralogia “Alien” para vocês. Se puderem, confiram minha indicação e aproveitem o filme. Muito obrigado, até mais.

Corvo Gordo

segunda-feira, 20 de março de 2017

Sessão Lágrimas: "Hope" - a vida depois do abuso

   Olá, queridos amigos, companheiros, colegas e leitores aqui do blog. Tudo bem com vocês? Quanto a mim, eu poderia estar melhor, poderia ter ido no show do BTS que teve aqui no Brasil, mas não, não fui. Mas paciência é uma virtude, chegará o dia em que poderei ir assistir tudo que eu quiser. UHEUEHUEHEUHEUEHEHEUH eu espero, pelo menos. Voltarei a indicar filmes, como sempre faço, e o de hoje promete lhes arrancar lágrimas e causar revolta.


   Hope, ou Wish (como também é chamado), é um drama dirigido por Lee Joon-ik, escrito por Jo Joong-hoon e Kim Ji-hye, lançado em 2013 e ganhador do prêmio de Melhor Filme no trigésimo quarto Blue Dragon Film Award. Felizmente, é um dos filmes coreanos que podemos encontrar no Netflix.

   Esse filme conta a história de So-won, uma garotinha de apenas oito anos que vive com os pais. Dentro de casa, apesar de não lhe faltar nada do essencial para viver, So-won sente falta de receber um pouco mais de atenção de seus pais, já que passam por momentos de crise financeira e matrimonial. Sua mãe passa o dia trabalhando na loja da família, que fica abaixo de sua casa, e está grávida do segundo filho, apesar de seu pai ainda não saber, e seu pai passa o pouco tempo que está em casa assistindo esportes na televisão ou dormindo.


   Em uma manhã bastante chuvosa, So-won se arruma para ir para a escola sozinha, já que seus pais estão ocupados. Obedeceu as ordens da sua mãe e, mesmo estando atrasada, seguiu pela avenida principal, ao invés de pegar um atalho por alguns becos. Porém, estando a um quarteirão de sua escola, So-won é abordada por um senhor que estava todo encharcado da chuva, pedindo para que ela desse carona para ele debaixo do guarda-chuva, mesmo ela estando tão próxima da escola.

   As cenas seguintes são aquelas que umedecem os olhos e traz aquele desconforto para o coração, de uma forma tão forte, que você se sente próxima da vítima, mesmo sendo o caso de um filme. So-won, que havia obedecido a mãe e andado pela rua principal, que estava indo para a escola em plena luz do dia, que estava em uma rua onde até mesmo alguns colegas estavam passando por lá, que estava a um quarteirão da escola, foi levada.

   Depois de alguns instantes, a polícia estava cercando uma área de construção em frente a escola, já que So-won sozinha e ensaguentada ligou para a polícia ela mesma. Essa pequena garota de 8 anos, foi abusada sexualmente e sofreu inúmeras lesões externamente e internamente, causando danos permanentes na sua saúde física, emocional e psicológica. E, mesmo que a violência não tenha sido explícita no filme, o resultado e a ideia foram o suficiente para fazer meu estômago revirar.


   Essa cenas que citei, foram apenas o início do filme, pois o grande problema que ele aborda, além de como restaurar uma família após algo dessa escala, também é sobre a punição do autor de toda essa violência. Será que a justiça aceitaria a defesa de um ser que causou tanto dano a uma criança, que ela se torna incapaz de conversar ou olhar o próprio pai?

   Na minha opinião, a história do filme (de acordo com seu propósito) foi muito bem escrita e, creio, que capaz de causar as reações que os escritores realmente desejavam dos telespectadores. Os cortes de cenas ficaram fantásticos, trilha sonora aceitável e fotografia muito boa. Obviamente não é um filme que eu indicaria para crianças assistirem, mas um drama que deixa as perguntas certas sobre casos de abuso sexual.


   Enfim, essa foi minha indicação da vez, espero que gostem do filme, se bem que "gostar" não é bem o verbo certo a ser usado, se é que me entendem. Vocês perdoariam alguém assim? Não deixem de comentar. Quem já assistiu ou quem for assistir, não deixem de me avisar. Quero saber se minhas indicações estão sendo útil pra vocês. Obrigada pela atenção!

quarta-feira, 15 de março de 2017

Indicação: Logan

Fala, Galeres, estou de volta. Agora sim, o filme mais aguardado do primeiro trimestre, o fim de uma era, um marco representativo na história de X-men no cinema: “Logan” - O último filme de Hugh Jackman como o mais querido dos mutantes, o poderoso (porém baixinho) Wolverine.


                Com 141 minutos, “Logan” é baseado no personagem Wolverine (Ah! Que óbvio!) do arco “Old man Logan”, porém, o enredo parece muito mais baseado no game “The last of us”, e como tal, conta a história de um homem velho (relativamente), cansado e marcado pela dor, que precisa levar uma criança, de quem inicialmente, para um ponto determinado (muito distante), enfrentando inimigos que querem captura-la. Além disso, também se faz presente aquele clichezão de que o “velhote” tem que aprender a amar novamente.


Bom, vamos ao verdadeiro enredo. “Logan” se passa anos após o fim das guerras contra os mutantes. Os X-men estão mortos e apenas três mutantes conhecidos ainda vivem, o velho Wolverine, cujo fator de cura degenerou deixando sofrendo e vulnerável, o nonagenário professor Xavier, cuja mente está degenerando devido à idade, e o rastreador fotofóbico Caliban. Um laboratório militar americano, operando no México, conduzia experiências com crianças mutantes. A trama trata de Logan (forçado) ajudar uma dessas crianças (vocês já sabem quem, aposto que todos adivinharam nos trailers) a chegar a um local seguro.
Três coisas me incomodaram no filme, apenas três (também, só assisti uma vez até agora).
A primeira é a insistência dos personagens em dizer que a X-23 é filha de Logan, o que embora seja um simbolismo, não é exatamente verdade. A terceira coisa não pode ser dita (Major spoiler), mas a segunda é clara: X-24 (de onde eles tiraram essa ideia?).


A imagem é sensacional, os locais de filmagem trazem vivamente a sensação de velhice e debilidade de Wolverine o tempo todo, nos lembrando bem do que se trata a história.
As atuações foram sensacionais, e embora não me lembre muito bem das músicas, lembro-me de estar integralmente imerso no filme.
A violência se faz presente o tempo todo (Até que enfim), digna do selo Deadpool de aprovação, por isso, pense duas vezes antes de levar as crianças, pois decapitações, lacerações e decepação de membros são uma constante.
Galere, para ser simples, o filme é muito bom, e o final não podia ser melhor (embora surreal e tenha irritado alguns fãs). É isso e só isso.


Por hoje é só, galeres (como se fosse pouco), “Logan” estreou na sexta feira dia 3 de março, por isso, ainda está no cinema (até a data dessa postagem, lógico), por isso indico ferozmente que corram para assistir (se é que já não viram, né).  Agradeço pela atenção, e até mais.

Corvo Gordo

terça-feira, 14 de março de 2017

Indicação: Sete minutos depois da meia-noite.

Fala, galeres! Eu sei, eu sei, o blog está às moscas, e digo mais, esse ano parece que vai assim mesmo. Inclusive, já adianto que este é um ano decisivo para o ninhodecorvo, se não fecharmos a página até dezembro, pouco provável que fecharemos nos próximos anos.


Galeres, o negócio é o seguinte, essa postagem era para ter saído há alguns dias dias, mas vamos lá. “A monster calls” é um filme profundo em sentimento e significado. Tão verdadeiro na força do que mostra que tive que postergar minha opinião sobre “Logan”.
O enredo é baseado em um livro homônimo, e trata da vida de um garoto, Conor, de 13 anos de idade, cujos pais são separados e, devido à doença de sua mãe, precisa ir morar com a avó, de quem não gosta.
Conor é um garoto introvertido, que internaliza seu sofrimento e quase não conversa. Entre o bullying diário, a doença de sua mãe, os atritos com a avó e a ausência do pai, o garoto encontra disposição para a arte (desenho e pintura) e fantasia.
Meus caros, se eu disser mais, vou ter que dar spoilers, e isso já é demais.
Durante 108 minutos, o filme lançado em Janeiro deste ano (5), escancara o simbolismo em nossa face, quase explicando-o para o público, e mesmo assim, nos sentimos intrigados por aquela representação.


O Teixo, dublado por ninguém mais que Liam Neeson (Ra's Al ghul em “Batman Begins” e Zeus em “Fúria de Titãs”1 e 2), estronda pela sala do cinema, repercutindo fortemente na vida de Conor (ou será o contrário?).
As cenas são sensacionais, principalmente nas inflamações do Teixo e na estilização de seus contos (contos?).
Mais isso não é nem de longe o mais importante no filme. O Drama se entrelaça com a fantasia, muito bem, traduzindo bem os sentimentos de dor,  solidão e desespero.
Eu afirmo hoje e pretendo continuar afirmando, em minha opinião, apesar de ser inconsistente com o dito acima, não há fantasia no filme.
Eu recomendo muito para todos vocês que ainda não assistiram, mas deixo um aviso, esse não é um título que eu queira assistir novamente tão cedo, a dor de Conor é tão vívida, tão presente e tácita que marca profundamente o espectador, ensinando empatia até nos mais duros corações.


Bom, é isso por enquanto pessoal, não percam esse título. Logo devo publicar minhas visões sobre “Logan” e “A chegada”, dois outros filmes recentes. As outras séries em andamento no blog também devem voltar em momentos oportunos. O “guia de sobrevivência ao apocalipse zumbi” está chegando à reta final, por isso espero os dias certos para as próximas publicações. Até mais, muito obrigado.
Corvo Gordo

sexta-feira, 10 de março de 2017

Relato de minha ansiedade

   Olá, queridos amigos, companheiros, colegas e leitores aqui do blog. Como vocês estão? Eu estou em uma das maiores correrias que já pude vivenciar, sem tempo pra muita coisa, devido ao meu projeto de iniciação científica, mas senti falta de escrever pra vocês, então decidi postar algo como um desabafo.


   Não me lembro se já comentei com vocês, sou muito ansiosa, o que muitos irão assimilar com passar o dia pensando em um evento que está por vir ou com expectativas para uma festa em que o crush estará, ou até mesmo a louca vontade de que um dia chegue logo pra poder ir assistir um filme que você quer muito ver no cinema. Ao todo, você não está errado, mas se esse resumo de ansiedade fosse tudo, eu não precisaria escrever um post sobre isso.

    Quando somos exageradamente ansiosos, não pensamos apenas em um evento, pensamos em nosso cotidiano, nossa mente está sempre afogada de pensamentos sobre o que pode acontecer amanhã, hoje, daqui a 5 minutos. Quando temos um compromisso marcado para muito cedo: "e se eu não acordar?"; "e se o despertador não tocar?". Quando temos que ir pra faculdade: "e se eu me atrasar?"; "e se eu perder o ônibus?"; "e se eu não entender a matéria?". Sem falar nas vezes em que, do nada, passamos a pensar em como podemos ser um fracasso no futuro, passamos a querer fazer algo a respeito, mas acontecimentos do presente nos desanimam e ficamos pensando e pensando e remoendo em como podemos não realizar nada do que sonhamos para nós.


   Ficamos acordados até tarde e, às vezes, até viramos a noite pensando em que roupa iremos usar amanhã, o que falaremos pras pessoas, como deveríamos agir, como faremos amigos, ou como manter o que já temos. Quando a exaustão toma conta do nosso corpo, lá pras 8h da manhã, a gente se obriga a dormir (estudo a noite, por isso, comigo é assim), mesmo que em vão, já que não conseguimos relaxar nossos maxilares, estão sempre sendo forçados, sempre cerrando os dentes e temos que nos concentrar para que paremos de fazer força nele.

   Em meu caso, muitas das vezes minha ansiedade não está ligada com expectativas felizes, mas são pensamentos negativos e de preocupação, por isso ela sempre acompanha a minha depressão. Uma vida de preocupações contantes com coisas pequenas, é cansativa e autodestrutiva.

    Atualmente, apesar de eu ainda não ter procurado ajuda de um profissional (psicólogo ou psiquiatra), eu tenho total noção de que eu já deveria ter me consultado, mas a grana tá curta. Para me ajudar, estou tentando me ocupar de uma forma que eu passe a me amar mais, como me exercitando pra emagrecer tudo o que engordei com a depressão, tomando chás calmantes a noite para conseguir dormir, participar de atividades da faculdade, apesar da atlética acabar de ser fundada, já estou atrás de ser líder de torcida e, provavelmente, também jogarei xadrez em nome do Instituto.


   O que estou tentando fazer por mim mesma, COM CERTEZA, não é o suficiente, não irá me curar, não me fará 100%. Mas já ajuda. Me sentir um pouco mais bonita, me faz achar forças pra sair de casa. Dormir bem faz com que eu consiga completar minhas obrigações, ao invés de me frustrar com minha irresponsabilidade (afinal, eu sempre me culpo). E, atualmente, parei de comer miojo e passei a fazer minha própria comida, mesmo que eu odeie cozinhar, comer melhor, te faz melhor, eu tenho tido mais energia pra me forçar a sair da cama, algo que sempre foi uma tarefa difícil.

   Sinceramente, tudo que tá escrito aqui eu simplesmente tirei de meu peito, de minhas experiências cotidianas. Talvez eu procure algum psicólogo para fazer perguntas mais técnicas e pegar algumas dicas, fazer uma apresentação mais detalhada de como é a ansiedade e, então, passar para vocês.


   Bom, me sinto mais aliviada, por isso que eu amo escrever. Hahahahaha. Espero que tenham gostado da leitura e não se esqueçam de comentar, eu quero saber se passam ou já passaram por isso, o que vocês pensam sobre o assunto, como vocês lidam com isso, eu quero saber tudo. Porque eu sempre me sinto melhor quando converso com alguém sobre e, se eu puder ser esse alguém pra vocês, eu ficaria muito feliz. Falem comigo. E obrigada pela atenção.