quarta-feira, 19 de julho de 2017

Indicação: Mulher Maravilha

Aloha, cambada. Eu disse que pagava essa dívida. Hoje não tem enrolação, é “Mulher Gal Gadot” na cabeça.
Ai, ai... Que belos cabelos escuros (a asa da graúna).

Ai que seduzente
Informações técnicas, vamos lá. Com estreia em 1 de junho de 2017, “Mulher maravilha” foi produzido pela DC Films, pela Atlanta Entertainment e pela Cruel and Unusual films, distribuído pela Warner e dirigido por Patty Jenkins.  E carrega ação por 141 minutos.
Finalmente, ao filme. Toda a trama não passa de uma lembrança, sim de fato. Mas era preciso, Diana já havia sido introduzida no DCU, mas ainda precisava de sua história de origem. Filha de um deus, a poderosa personagem trava o início de sua epopeia durante a primeira guerra mundial, contra um vilão cuja voz retumba na sala do cinema (toma essa Smaulg, engole grosso Bane).

O vilão Ares nos quadrinhos
Mulher maravilha traz ação e movimento durante a maior parte da exibição, não é apenas uma demonstração e uma luta final, como geralmente acontece. Moral e valores sobre a vida regem a bussola da personagem enquanto ela descobre o mundo real acompanhada de um par romântico muito bem trabalhado.
Felizmente, as sutilezas de Snyder estão no filme, para impedir a fuga do tema sombrio e a queda na receitinha de bolo MCU que todos amam. Vemos uma menina socialmente inexperiente para o mundo externo, criada no isolamento de uma ilha paradisíaca, onde tudo parece bonito e valores regem no preto e branco, no bom ou mal.


O sofrimento e a carga psicológica são bem mais sutis que nos outros títulos desse universo, talvez para demonstrar um aspecto de força psicológica feminino (o que me parece sexismo também).
Diana é muito bem construída e encaixou bem melhor na atriz que na aparição anterior, mas ainda sim, tenho minhas reclamações.
Não posso deixar de comentar, é um forte concorrente a filme de herói do ano, mas parece muito com promoção da atriz, por isso eu o chamo de “Mulher Gal Gadot”. A Impressão que tenho é que o filme não perdurará, como um clássico geek ou cult de herói, como foi para Watchman e como eu vejo para BvS e Homem de Aço. É Um filme bem menos inteligente que os anteriores.

A diretora Patty Jenkins
A essa altura já não deve mais estar no cinema, mas não perca nenhuma oportunidade de assistir. A despeito dos efeitos especiais nojentos, as cores, a música e a agitação do filme vão te arrastar para dentro da história, pois esse é o mais imersivo dos filmes de herói. Galeres, por hoje é isso, não deixe de ver o Miranha que sai antes deste post, e esperemos pacientemente para que Liga da Justiça seja um bom filme. Até mais.

Corvo Gordo.

3 comentários:

  1. Já ouvi/li bastante coisa relacionada a esse filme mas até agora não tive coragem de assistir, tenho medo de ir com muita expectativa e me decepcionar kk. Gostei do seu ponto de vista sobre ele.
    http://minimundoliterario.blogspot.com.br/

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    1. Pode ir sem medo, o filme vale bastante a pena. Corre lá que logo logo ele saia do cinema. Muito obrigado

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  2. o filme é msm maravilhoso! até eu que nao gosto mt de filme de super heroi fiz questao de ir assistir no cinema e AMEI! mt boa indicação

    www.tofucolorido.com.br
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