segunda-feira, 17 de julho de 2017

Indicação: Homem-Aranha - de volta ao lar

Fala pessoal, Corvo de volta, e “hoy yo pago minha dívida”. Para começar vamos com o filme mais esperado do momento, o “homem spider (insira aqui direitos autorais) m*n - de volta ao MCU”.
“Spiderman – homecoming” marca a chegada definitiva do herói ao universo integrado dos filmes da editora, com um grande alvoroço dos fãs e ampla aceitação da crítica (apesar de que o “rotten tomatoes” não sabe nada de filmes).


Como devido, comecemos com as informações técnicas, nãh. Produzido pela Columbia Pictures e pela Marvel Studios, e distribuído pela Sony pictures, o Miranha da vez foi estrelado por Tom Holland, contracenando com o ex-Batman Michael Keaton e com participação do overpriced Robert Downey (Stark) Jr. Com 133 minutos e duas cenas pós-créditos (assista à segunda), o filme estreou no Brasil no dia 6 de julho.
Enquanto alguns discutiam quem trouxe o melhor aranha, Toby (de jeito nenhum) ou Andrew (ótimo aranha, Peter bem ruim), Tom Holland nos trouxe uma versão mais jovem e fiel ao personagem, com todo o ar Nerd, o bulling escolar e a boca solta do cabeça de teia. A inexperiência e as dúvidas marcam a mente do jovem Peter, que tem apenas 15 anos nessa versão. Pela primeira vez a Marvel trouxe a complexidade de um herói sem ser nas sutilezas dos detalhes, trazendo uma aproximação para o público.

Arte conceitual
A trilha sonora é uma forte concorrente para a dos Guardiões da Galáxia, bastante marcada por faixas da década de 80, e inclui (por duas vezes, se não me engano) uma versão modernizada do dingle tema do cartoon clássico.
A escolha do vilão foi muito bem elaborada, aproveitando de um personagem pouco explorado, que coube muito bem ao ator.
Mas nem tudo é tão lindo assim. Talvez a Marvel tenha tido problemas em adquirir o direito de todos os personagens, talvez tenham escolhido arriscar, mas o filme trouxe algumas mudanças nos personagens que não agradaram. Fora a sexualização exagerada de Tia May, a etnia de algumas personagens foi alterada, provocando uma forte quebra na caracterização. Um forte exemplo é Flash Tompson, estereótipo do Bully escolar americano, clássico aluno branco e esportista que abusa dos nerds e faz sucesso com as garotas (aparentemente os diretores esqueceram até de sua obsessão com o aranha). Gwen Stacy e Harry Osborn (melhores amigos de Parker desde sempre) foram completamente esquecidos, e Mary Jane, não só mudou de etnia, trocando o ruivo clássico e simbólico por um tom moreno América, como também mudou de novo.

Michael Keaton é o segundo melhor vilão do aranha.
Se tem uma coisa que sou obrigado a comentar, é que cada um de vocês precisará manter a atenção durante todo o filme. Há muitos easter eggs e referências durante todos os 133 minutos, com direito a vilões, citações e remakes de cenas.
Por fim, a despeito da falta de coragem do MCU em matar personagens, “homecoming” é um dos top 5 da produtora e definitivamente merece seu ingresso. Há muito mais o que estender aqui, mas não quero entrar nos detalhes do filme e correr o risco de spoilers, por isso, se você ainda não viu (duvido), corre lá.  Lembre-se de ficar para o pós-crédito, já é meu segundo aviso.
Por hoje é isso, obrigado por tudo.

Corvo Gordo.

2 comentários:

  1. Como assim a Mary Jane não tá ruiva nessa história??? Choquei, mas vou assistir do mesmo jeito e depois conto o que eu achei. :) Homem aranha é um dos poucos personagens de quadrinho que eu adoro (não me julguem, por favor hahaha). ♥

    Beijos, Carol.
    www.pequenajornalista.com

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    1. Não há o que julgar, desde sempre o cabeça de teia é um dos mais populares heróis. Mas você só saberá quem é Mary Jane no final do filme mesmo. Aproveite o filme

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