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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Old, but Gold #1: Sailor Moon!

   Boa tarde, queridos amigos, colegas, conhecidos, familiares e leitores aqui do blog, como vocês estão? Eu estou livre da faculdade (pela próximas duas semanas apenas, mas já é um começo). E, com o tempo livre que tenho em mãos, irei aproveitar para escrever um monte. Inclusive, pra iniciar o Old, but Gold, onde irei falar de animes, desenhos, filmes, livros, etc, da minha infância que, provavelmente, fizeram parte da de vocês também (ou não).


   Claro que eu tinha que começar da melhor forma possível, sendo assim, escolhi falar a respeito de Sailor Moon. Iniciou-se como uma série de mangás, publicados entre 1992 e 1997 (sim, a maioria de vocês não tinha nem nascido). O anime baseado no mangá foi lançado em Março de 1992 e, também, só iria ter fim em 1997, com um total de 200 episódios, sendo feito mais tarde (2012) uma nova adaptação, pra comemorar o 20º aniversário de seu lançamento.

   O anime (e mangá) conta a história de Usagi Tsukino (Serena, pra quem assistiu dublado), uma estudante comum e atrapalhada de 14 anos, pelo menos era até encontrar Luna, uma gata falante que a informa de sua identidade como Sailor Moon, uma guerreira mágica que, com os poderes cedidos pela lua, lutava para proteger a humanidade dos males que lhe era imposta e, ao mesmo tempo, tinha que procurar pela Princesa da Lua, que juntamente com suas guerreiras, foram enviadas ao futuro para renascerem na Terra, já que o Reino da Lua havia sido atacado e destruído pelo Reino Sombrio (muita coisa, não é mesmo?).


   Assim, Usagi, além de lutar contra seres malignos que ameaçam a terra, procura por suas companheiras guerreiras para que a auxiliem em sua busca pela Princesa da Lua. Felizmente, por ser um anime comprido, há muito espaço para ser criado laços com as personagens, tendo histórias simples, porém com o passar do tempo, é possível ter empatia com as guerreiras e pelo que elas passam, tendo que dividir estudo, família, vida amorosa e luta contra o mal. E você aí reclamando que não tem tempo pra vida social, não é mesmo?

   Não cheguei a assistir a nova versão, então só posso falar sobre a velha, mas é um anime para o público infantil, principalmente, não impedindo que você assista e goste depois de adulto, mas apesar de eu amar com todas as forças esse anime, eu tenho que concordar que a história é um pouco repetitiva, em sua maioria, mas ainda assim consegue nos prender, com os pequenos detalhes que são modificados, nos fazendo querer saber mais e mais sobre os "mistérios" do anime.


   Enfim, essa é minha opinião sobre Sailor Moon, um de meus animes favoritos de infância. Estarei esperando a opinião de vocês. E espero que recebam esse anime com muito carinho, porque, como eu já havia dito, eu o amo demais. KKKKKKKK
Obrigada pela atenção!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Análise: Eungyo - A Musa

   Olar, queridos amigos, colegas e leitores aqui do blog, tudo bem com vocês? O assunto que irei abordar hoje é um tanto quanto polêmico, pois estarei dando minha opinião quanto a um filme que retrata o amor de um homem de idade por uma garota do Ensino Médio. Leiam até o final e tirem as conclusões de vocês.


    Creio que já devo ter comentado algo a respeito de meu apreço pela cultura asiática, então, ao ver que a Netflix colocou em seu catálogo inúmeros filmes sul coreanos, séries baseadas em mangás (inclusive um original da Netflix, que poderei comentar a respeito se vocês quiserem). E entre esses filmes encontrei um com uma sinopse intrigante.

   Eungyo - A Musa, cujo título original é apenas Eungyo, foi dirigido por Chung Ji Woo, é um drama lançado em 25 de Abril de 2012, possui a duração de 129 minutos e foi escrito, também, por Chung Ji Woo e Park Bum-Shin.


   O filme inicia-se mostrando um pouco da vida pacata que um renomado poeta e professor universitário de 70 anos, Lee Juk-Yo, junto de seu aluno assistente, Seo Ji-Woo, que planeja seguir os passos de seu "mestre". Porém, um dia encontram, inesperadamente, uma jovem de 17 anos dormindo na varanda da casa do professor e, após alguns dias, contratam essa menina de comportamento peculiar para ajudar na limpeza da casa, já que um já estava um pouco velho para o serviço e o outro estava ocupado com o trabalho.

   Talvez vocês estejam pensando que o erro da menina foi ter começado a trabalhar naquela casa, no entanto, Lee Juk-Yo aparentemente já havia visto algo de incrível nela desde a cena da varanda, ao vê-la dormir. A presença dela na residência, só serviu para aumentar esse desejo um tanto quanto doentio, ao meu ver, desse senhor.


   Tem muito drama em volta dessa relação, que é descoberta por seu aluno. Mas creio que o tema principal do filme é sobre a solidão. Pois os três personagens principais são pessoas extremamente solitárias, que passam por algumas situações difíceis, seja violência doméstica ou frustração por não possuir talentos.

   Mas o que eu queria deixar claro sobre esse filme é que, apesar de realmente possuir cenas de nudez, ou sexualização da menina de 17 anos, o amor unilateral de Juk-Yo não é romantizado pelo filme, inclusive, ao entrar em desespero por seu ciúmes, ele toma uma atitude errada que muda completamente a história dos três e se torna irreversível. 

   A iluminação do filme é fantástica, por ser um filme bastante parado, os efeitos de áudio ao fundo costumam ser bem baixos e suaves, juntando os dois, o filme parece um retrato do verão. A atuação, como eu já expliquei sobre a atuação sul coreano, ao meu ver, foi muito boa, com a menor quantidade de exageros possíveis. Mas é um filme muito parado, se você prefere ação, aventura, ficção científica, provavelmente não irá gostar desse filme.


   Enfim, essa foi minha opinião sobre o filme, espero que possam comentar a respeito sobre o que vocês acharam, ou, se já assistiram o filme, me conte a impressão que ele causou em vocês. Confesso que tive um pouco de raiva ao assistir, mas acho que é um reação normal, certo? Estou esperando as respostas de vocês. Obrigada pela atenção.